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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
domingo, 17 de novembro de 2013
Batata Doce - o Carboidrato do Atleta
Sem dúvida, a batata doce é um dos
alimentos fonte de carboidratos prediletos dos praticantes de
musculação, especialmente, dos culturistas. Está sempre presente no
cardápio da maioria dos campeões, principalmente na fase mais específica
da preparação, a pre-contest. Particularmente, tenho utilizado com
grande freqüência este tubérculo na dieta dos atletas sob minha
supervisão, e os resultados são sempre muito expressivos.
A batata doce (Ipomoea batatas) é a raiz de uma planta rasteira, nativa
do continente americano, que cresce sem exigir cuidados especiais para o
cultivo. Embora seja menos consumida que a batata inglesa, ela é muito
apreciada no norte e nordeste do Brasil. Com toda a probabilidade é a
América Central a terra de origem da batata-doce, que pertence à família
das Convolvuláceas.
É cultivada em 111 países, sendo que aproximadamente 90% da produção é
obtida na Ásia, apenas 5% na África e 5% no restante do mundo. Apenas 2%
da produção está em países industrializados como os Estados Unidos e
Japão. A China é o país que mais produz, com 100 milhões de toneladas.
Pode ser cultivada em locais de climas diversos, como o das Cordilheiras
dos Andes; em regiões de clima tropical, como o da Amazônia; temperado,
como no do Rio Grande do Sul e até desértico, como o da costa do
Pacífico.
Além de constituir alimento humano de bom conteúdo nutricional,
principalmente como fonte energética, a batata-doce tem grande
importância na alimentação animal e na produção industrial de farinha,
amido e álcool. É considerada uma cultura rústica, pois apresenta grande
resistência a pragas, pouca resposta à aplicação de fertilizantes, e
cresce em solos pobres e degradados. Em termos de volume de produção
mundial, a cultura ocupa o sétimo lugar, mas é a décima quinta em valor
da produção, o que indica ser universalmente uma cultura de baixo custo
de produção.
No Brasil, há quatro tipos de batata doce, que são classificados de
acordo com a cor da polpa: batata-branca, também conhecida como angola
ou terra-nova, que tem a polpa bem seca e não muito doce;
batata-amarela, parecida com a anterior, mas de sabor mais doce;
batata-roxa, com casca e polpa dessa cor, é a mais apreciada por seu
sabor e aroma agradáveis, sendo ótima para o preparo de doces; e,
batata-doce-avermelhada, conhecida no nordeste do Brasil como
coração-magoado, tem casca parda e polpa amarela com veios roxos ou
avermelhados.
O grande sucesso da batata doce em uma dieta é devido em grande parte a
seu índice glicêmico. Este índice reflete o impacto promovido pelo
carboidrato ingerido nos níveis sangüíneos de glicose, sendo que quanto
mais baixo, melhor (exceto em algumas situações específicas, tal como
imediatamente após um treinamento). Em relação à glicose, o índice
glicêmico da batata doce é 44, o que pode ser considerado baixo
comparando-se com o arroz branco (64) ou com o pão branco (71). Isto a
torna ideal para ser consumida como fonte de carboidratos durante o dia,
e principalmente, entre 1 e 2 horas antes de uma sessão de treinamento
com pesos.
Além do índice glicêmico favorável, esse alimento possui alta taxa de
vitamina A (sobre tudo a amarela e a roxa), vitaminas do complexo B e
alguns sais minerais, como cálcio, ferro, potássio, fósforo e um pouco
de vitamina C. Suas folhas também são bem nutritivas e podem ser
preparadas como qualquer outra verdura de folha.
Muitas pessoas ainda confundem a batata doce com a inglesa, crendo que
os valores nutricionais são semelhantes. Apesar de haver entre os dois
tubérculos uma perfeita concordância no que diz respeito ao teor em
substâncias nutritivas, calorias e água, existe grande diferença quanto
ao índice glicêmico (a batata inglesa possui um IG muito maior). As
batatas-doces também são mais ricas em ferro e possuem 5 vezes mais
cálcio. Isto tem uma importância especial para cobrir determinadas
necessidades dietéticas. Outro caso é o teor em vitaminas. A batata-doce
é muitíssimo mais rica em vitamina A do que a batata inglesa, tendo um
alto valor dietético nas doenças causadas por avitaminose A, além de
possuir mais fibras.
No período pre-contest, qualquer erro pode significar o insucesso do
atleta, portanto a dieta deve ser precisa como um relógio suíço.
Procuramos trabalhar com a menor variedade de alimentos possível, visto
que dessa forma os eventuais ajustes podem ser realizados com maior
facilidade. Dentre esta pequena variedade, preferimos sempre a batata
doce como principal fonte de carboidratos da dieta e com o peito de
frango como principal fonte protéica. Além de não ser necessária a
inclusão de qualquer tempero durante o preparo (que necessita apenas de
água fervendo e nenhuma habilidade do cozinheiro), é fácil ajustar as
quantidades a serem consumidas.
A batata-doce fornece em média para cada cem gramas: 116 calorias, 1,16
gramas de proteínas, 30,10 gramas de carboidratos e 0,32 gramas de
lipídios.
Vale ressaltar que a inclusão da batata doce na dieta do praticante de
atividade física ou atleta em quantidades apropriadas, assim como de
qualquer outro alimento, depende de uma enormidade de fatores, que só o
profissional habilitado pode avaliar. A dieta deve possuir o adequado
equilíbrio entre os nutrientes, pois de nada adianta utilizarmos uma
ótima fonte de carboidratos, se os demais nutrientes da dieta não
estiverem presentes com a mesma harmonia. Consulte sempre seu
nutricionista!
Por Rodolfo Peres
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Passei Mal Durante o Treino, o que Aconteceu?
Isso é comum acontecer. Se você pratica um
esporte muito extenuante ou de alta intensidade já deve estar
familiarizado com isso. Basicamente existem três fatores que podem
causar certo desconforto, são eles:
Queda na Pressão Arterial
Durante
o exercício físico as células musculares necessitam de maior quantidade
de oxigênio, às vezes o coração não dá conta de bombear sangue
suficiente para oxigenar as musculaturas. Em decorrência do exercício,
alguns vasos sanguíneos são dilatados em um momento no qual o corpo
necessita de mais sangue, a união desses fatores causa a queda na
pressão arterial. Esta por sua vez pode ser verificada pelo aumento da
freqüência cardíaca, na tentativa de alimentar a pressão arterial.
Vale
lembrar também que, durante os exercícios físicos há predileção do
sangue para os músculos, muitas vezes privando órgãos nobres, como o
cérebro, de sangue; gerando também mal estar.
Enjôo pelo Excesso de Lactato
Isso
acontece mais em atividades de maior volume ou que tenha muita massa
muscular envolvida. Durante o exercício o músculo produz um ácido que
chamamos de lactato, esse ácido é levado para o fígado onde, por
processos químicos, volta a ser glicose e pode ser utilizado como fonte
de energia. Mas se a produção de ácido for muito alta, acaba
sobrecarregando o fígado e modificando o pH sanguíneo momentaneamente,
causando enjôo e até vômito. Esse processo é normal e treinável; com os
treinos o fígado se adapta e melhora seu condicionamento.
Hipoglicemia
Em
maior número dentro das academias, geralmente por má alimentação ou
treinos pesados. Ocorre pela baixa de glicose sanguínea ou sobra de
insulina. Se você costuma comer doces antes de treinar ou passar várias
horas sem comer antes dos exercícios físicos é um forte candidato a ter
hipoglicemia. É facilmente notada pela tontura, às vezes dor de cabeça,
sono e até escurecimento da visão, sendo das três a mais perigosa. Pode,
em casos mais extremos, levar a alucinações, convulsões e até a morte.
De
maneira geral, se você se sentiu mal durante o treino fale com seu
professor, nada de se trancar no banheiro. Esses são sintomas simples
que podem ser facilmente verificados. Mas muitos outros problemas bem
mais graves podem ocorrer, portanto, esteja atento ao seu organismo
respeitando seus limites.
É importante lembrar que estas são
causas de mal estar advindas de exercícios físicos. Porém, existem
inúmeras causas outras que podem ser desencadeadas por exercícios em
pessoas com patologias prévias: cardíacas, endócrinas, respiratórias,
sistema nervoso central e etc. Se os sintomas persistirem um médico
deverá ser consultado.
Os médicos indicam uma vista ao seu consultório a cada seis meses, como precaução.
Por Anderson Luiz da Silva
sábado, 19 de outubro de 2013
Mulheres: Stanozolol e Oxandrolona! Combinação Perfeita?
Eu sempre fui curiosa e sendo assim
sempre busquei me informar sobre assuntos relevantes. E quando este
mundo do fisiculturismo passou a fazer parte da minha vida não foi muito
diferente, peraí, deixa explicar, não que eu seja uma atleta e muito
menos uma viciada em dietas e treino pesado, mas faz parte do meu
trabalho estar informada sobre os assuntos que cercam este mundo, devido
a isso vários temas foram aguçando minha curiosidade e fazendo com que
eu buscasse sempre me informar e mais ainda, que quebrasse alguns falsos
paradigmas que nunca existiram, mas que algum desinformado fez questão
de publicar, mas se quer explicar.
Como toda mulher eu também admiro corpos perfeitos
e tenho como meta transformar o meu corpo. Devido a isso adquiri
hábitos de me informar sobre técnicas no treinamento, dietas, pude
conhecer várias pessoas bacanas que entendem muito do assunto e também
posso contar com as dicas do meu namorado que entende muito do assunto e
que sempre me ajuda esclarecendo algumas perguntas bestas, mas quem
melhor que ele para me responder? Alias o tema deste texto foi em grande parte esclarecido por ele e também com a ajuda de vários atletas e preparadores físicos.
Acredito
que boa parte das mulheres que se preocupam em manter o corpo se
inspiram nas musas Juju Salimeni, Sabrina Sato, Eva Andressa, Gracyane
Barbosa e várias outras, o que não falta na mídia atual são exemplos de
mulheres lindas, com corpos de parar o trânsito, algumas mais sequinhas,
outras mais saradas, mas todas servindo diariamente de estímulo para
milhares de mulheres.
Beleza, todas lindas, corpos perfeitos, mas a pergunta é: “Como adquirir um corpo tão perfeito?”, ou para quem não tem paciência a pergunta seria, “Como adquirir um corpo tão perfeito em um curto espaço de tempo?”.
Vamos combinar que seguir dieta é algo muito difícil para quem nunca foi regrado na vida e mais difícil
ainda é seguir uma dieta com um objetivo específico, seja ele secar,
definir, crescer, requer tempo para preparar, determinação para não
furar e muita paciência, porque não sei se sou a única, mas cortar
refrigerantes, chocolates e várias outras comidas deliciosas me deixa
muito mal humorada!
Acredito que devido a isso tudo que citei
acima algumas pessoas busquem por meios mais rápidos e eficazes na hora
de iniciar um treinamento intenso e ver resultados rápidos. Eis que
surgem os ciclos para as corajosas! O porquê do corajosas?
É
simples, ou melhor, a explicação é simples, porque o ciclo é bem
complexo e requer sim coragem, afinal você estará colocando substâncias
desconhecidas dentro do seu corpo e terá que arcar com todas as mudanças
que seu corpo apresentará e outra coisa, não pode pensar que só porque
está ciclando poderá comer tudo que ver pela frente e achar que não irá
engordar. Isso não existe! Se for ciclar atenção redobrada com
alimentação, treinos e também suplementação.
Há algum tempo atrás
em conversa com um amigo educador físico eu questionei ele sobre um
ciclo para resultados rápidos, mas minha maior curiosidade era sobre os
efeitos colaterais da combinação dos esteróides Stanozolol e
Oxandrolona, de acordo com meu amigo “ciclo show”, associa com uma dieta
bacana para secar, treino pesado e resultados em 3 meses! Que mara isso
hein? Tudo que uma mulher sempre desejou, apenas 3 meses e pronto,
vamos arrasar no verão? NEGATIVO!
Ele me deu uma aula muito
bacana sobre isso, mas eu como sou curiosa ao extremo esperei pelo meu
salvador da pátria e lá fui eu recorrer ao namorado de novo. Claro que
para meu amigo não poderia fazer perguntas idiotas, então guardei as
dúvidas para o namoradão, que me falou tudo sobre os efeitos colaterais
da combinação, que não são poucas.
Primeiro ele me alertou para o
fato de que um ciclo é muito pouco para resultados, claro que se você
se dedicar muito você até nota sim uma diferença, mas não pense que vai
trincar abdômen, pernas torneadas e já pode parar. Para isso você
precisa de pelo menos 3 bons ciclos, ou seja, muitas mudanças no seu
corpo em todos os sentidos.
Com certeza alguém questionou quando
leu isso: “3 CICLOS?” Sim, 3 bons ciclos para que o resultado comece a
ser o que deseja e claro que isso também significa um investimento, pois
as substâncias não são baratas, então apelar para ciclos de esteróides é
para quem realmente é determinado, quer resultados e não vá se
preocupar com o quanto vai gastar!
Como funciona o ciclo?
Primeiramente
como disse acima antes de iniciar qualquer ciclo você deve analisar
todas as consequências, prós e contras e também sua determinação, pois
os resultados não serão milagrosos caso não haja esforço da sua parte.
Ambas
as substâncias podem ser encontradas em comprimidos, mas alguns
profissionais recomendam que use a combinação Oxandrolona em
comprimidos, uma vez que ela não é encontrada injetável e o Stanozolol
que também é encontrado em comprimidos, mas que seja injetável, diminuindo um possível problema no fígado.
Diversas
são as marcas para ambos e na própria internet você consegue adquirir,
mais um alerta, a quantidade de substâncias falsas na internet é bem
grande, então os cuidados devem ser redobrados, tendo em mente que você
estará colocando algo desconhecido em ser corpo!
Uma dúvida
frequente pelas mulheres é a mg a ser consumida da Oxandrolona, caso
você consiga uma receita e mande manipular irão te questionar se você
deseja de 10 ou 20 mg, o recomendado por alguns profissionais é que a
mulher use 40mg por dia, tudo irá depender do profissional que estará te
auxiliando neste processo.
No caso do Stanozolol injetável você
poderá encontrar produtos de 20 ou 30 ml, lembrando que neste caso
trata-se de um produto injetável, então se não tem conhecimento não
tente fazer este procedimento sem auxílio para não fazer do seu sonho um
pesadelo!
O indicado é que use 1 ml alternando os dias –
segunda, quarta e sexta ou terça, quinta e sábado e assim sucessivamente
–, em média um ciclo irá durar de 6 a 7 semanas e será necessário um
intervalo para iniciar o próximo que será relativo, algumas pessoas
optam por intervalos curtos e outras esperam até 6 meses para o próximo,
independente do tempo deve-se manter a dieta e os treinos diários.
Uma dica é inserir em sua suplementação um multivitamínico, assim aproveitará melhor os esteroides.
Mas e os efeitos colaterais?
Eu
sempre tenho em mente o que um amigo me disse uma vez e sempre dou este
exemplo quando alguma amiga me pergunta sobre ciclos: “Carol, você não vai dormir e acordar igual à mulher conga!”, uau que motivante não? Ou seria aliviante? É, eu recebi esta resposta com um certo alívio.
São
vários os efeitos colaterais, porém alguns não representam perigo
eminente, como o aparecimento de espinhas, modificação na libido e em
algumas pessoas dores de cabeça e sonolência. Mas é necessário que fique
alerta aos efeitos nocivos, como a mudança na voz, aumento de pelos na
face e no corpo, queda de cabelo, inchaço, alterações no ciclo menstrual
e aumento do tamanho do clitóris. Apesar de incomum, poderão ocorrer
problemas no fígado, então deve notar sinais como urina escura, fadiga,
dores abdominais, vômitos e náuseas.
É
necessário lembrar de que este texto não tem como objetivo incentivar o
consumo de quaisquer substâncias e sim de informar. Aproveito para
afirmar que o uso indevido de esteróides anabolizantes podem sim levar a
óbito e que o uso deve ser acompanhado por profissionais
Por Carolina Machite
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
PRO-ANTIUM Supreme Multifaceted Protein Complex
Você já ouviu falar em complexo de proteína
multifacetado? Que diacho é isso? Vamos conhecer a PRO-ANTIUM Supreme
Multifaceted Protein Complex da Ronnie Cole Signature Series. É um nome
bem estranho para um suplemento alimentar, pelo menos para os
brasileiros. Trata-se de um complexo de proteína de liberação graduada. A
marca identifica o produto como um substituto de refeição também.
Cada
dose de 44 gramas do produto fornece 4,5 gramas de gorduras (somente 1
grama de saturada), 9 gramas de carboidratos (somente 1 grama de açúcar)
e 29 gramas de proteínas. A PRO-ANTIUM contém proteína do soro do leite
(concentrada, isolada e hidrolisada), caseína micelar, albumina,
caseinato de coco, maltodextrina, dentre outros ingredientes.
O ingrediente mais curioso presente no
rótulo é migalhas de biscoito. Quando vimos que há migalhas de biscoito
na composição já imaginamos um sabor excepcional. Experimentamos o sabor
Double Chocolate Cookie, traduzido para Chocolate apenas. Poderia ter
sido traduzido para Biscoito de Chocolate, que seria mais condizente com
o original.
Ao experimentar o produto, ficamos um pouco
decepcionados com o sabor. Não honra as migalhas de biscoito que contém.
O sabor é apenas mediano, na nossa opinião. Como gosto é gosto, cada um
dê sua própria opinião. De qualquer modo, estará muito longe de ser
comparável a qualquer delicioso biscoito recheado de chocolate ao leite.
Vale mencionar que o PRO-ANTIUM não contém
aspartame e que a marca sugere a combinação do produto com o MYO-BLITZ,
TESTOGEN-XR e RESURRECT-P.M. para obtenção de melhores resultados
(leia-se: ganhar mais massa muscular). Não temos opiniao sobre o combo
sugerido porque não testamos os outros suplementos da Ronnie Cole
Signature Series.
Parece então que ficou respondido que complexo
de proteína multifacetado supremo nada mais é do que um produto protéico
que contém mais de uma fonte de proteína, e que poderia ser chamado de
complexo de proteína. Ainda estamos tentando achar o significado de
"multifacetado supremo".Se você consone suplementos protéicos de
absorção gradual em sua dieta, tem mais uma opção de escolha no
PRO-ANTIUM, que aparenta ser um produto de excelente qualidade,
produzido nos EUA, sob estrito padrão de qualidade, como sustenta a
marca.
Por Redação FISIculturismo
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Amaranto: Conheça este Poderoso Grão
O amaranto é conhecido em vários países há
muito tempo, porém, aqui no Brasil não faz muito tempo que começamos a
escutar falar sobre esse grão altamente nutricional! As pesquisas
realizadas com o amaranto começaram por volta de 1996 e a partir daí
começou o seu cultivo no Brasil.
O grão é rico em proteína, possui aproximadamente 15% de proteínas com alto teor biológico (aquelas com todos os aminoácidos essenciais que o corpo não produz e por isso temos que ingerir). É fonte de cálcio biodisponível (isto é, que tem melhor absorção no organismo), o que não acontece com outros tipos de vegetais.
Além de ser fonte de fibras, zinco, fósforo e outros nutrientes. O alto teor de fibras presentes contribui para o bom funcionamento do intestino, além do controle de glicose, colesterol e de dar mais saciedade, o que ajuda no controle de peso.
Não contém glúten, sendo uma excelente opção para os celíacos (pessoas com intolerância ao glúten) ou pessoas com alergia ao glúten. Também é boa opção para vegetarianos, por ser rico em proteína.
Por ser nutritiva e rica em proteínas é excelente escolha para que pratica atividade física! Quase não tem gosto, o que é muito bom, pois a farinha pode ser usada em várias misturas sem comprometer o sabor das preparações.
Atualmente encontra-se para vender em lojas de produtos naturais e em alguns mercados. É comercializado em flocos naturais, semelhante aos flocos da aveia, pode ser consumido com frutas e iogurtes, como ingrediente para preparação de pães, bolos, doces, sopas, vitaminas ou até mesmo no seu shake pré ou pós treino.
Exemplos de receitas com amaranto:
- Shake Nutritivo com Whey e Amaranto
- Hambúrguer Caseiro de Patinho
- Delícia de Iogurte com Frutas Vermelhas e Amaranto
Por Dra. Shalimar Diniz
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Açúcar no Shake Pós-Treino
Hoje em dia, uma grande parte da população está obesa, e a principal razão é o alto consumo de açúcar, que é facilmente encontrado em fastfoods, refrigerantes, doces, etc.
A razão para que o açúcar cause acúmulo de gordura decorre do fato de ser um carboidrato simples.
Isto
quer dizer que ele é digerido facilmente e causa um rápido aumento nos
níveis de açúcar no sangue. Após a ingestão desta substância, o nível de
açúcar na corrente sanguínea aumenta rapidamente e o nosso corpo não
gosta disto. A resposta do organismo para isto é liberar o hormônio insulina, que bombeia açúcar diretamente para o seu músculo e estoca o excesso como gordura.
Existem diferentes tipos de açúcar:
- MONOSSACARÍDIO: Exemplos: Frutose, Glucose, Dextrose, Ribose e Galactose
- DISSACARÍDEO: Exemplos: Lactose, Sucrose, Maltose e Trihalose.
- POLISSACARÍDEO: Exemplos: Amido, Celulose e Glicogênio
O excesso de açúcar causa:
- Resistência a insulina
- Função imprópria do sistema endócrino
- Função imprópria do sistema imunológico
- Diabetes
- Hiperatividade, seguido de tontura e falta de energia.
- Contribui para doenças no coração
- Obesidade
- Problemas nos dentes
- Deficiências em vitaminas e minerais
Benefícios do Açúcar para Fisiculturistas e Aspirantes
Depois
de um treino pesado, o seu corpo começa a destruir tecido muscular e
gorduras para transformar em energia. Devido ao desgaste do treino, o
seu corpo usou todas as reservas de energia. Como você acaba de ler, a
ingestão de açúcar força o corpo a bombeá-lo para dentro do músculo e
somente o excesso vira gordura, como o seu corpo precisa
desesperadamente de qualquer tipo de energia, utilizando açúcar no
pós-treino fará com que você interrompa quase que imediatamente a quebra
de tecido muscular, preservando massa muscular e colocando o corpo em
um estado anabólico e não catabólico. Com pouquíssimas chances de
acumular gordura. Somente neste momento é altamente produtivo causar
este pico de insulina.
Ingerir uma mistura de açúcar de alto
índice glicêmico com proteína tem mostrado ser ainda mais eficiente em
causar um pico de insulina. Todos nós sabemos da
importância da ingestão da proteína, mas agora você sabe que o açúcar
também é, em seu shake pós-treino coloque sempre a mesma quantidade
açúcar que proteína, ou mais!
Mas não exagere. Não comece a comer chocolate e pirulitos no pós-treino. Procure as formas mais saudáveis de açúcar como: dextrose, maltodextrina, açúcar mascavo. Estas, além de serem práticas, podem ser facilmente misturadas com pó proteico.
Lembrando
que o que faz mal é o excesso, fazendo uso de açúcar no pós-treino
dificilmente vai causar algum problema de saúde, como você viu é
justamente o contrário.
Por Valdemir P. Bodybuilder
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
O Uso da Cafeína como Recurso Ergogênico
Alguns estudos sugerem, como o de Wollner Materko e Edil Luis Santos (periódico Motricidade de 2011 vol.7 p. 29), que a cafeína a cafeína exerce um efeito ergogênico sobre a força muscular submáxima ao longo de uma sessão de treino de força.
Na teoria têm-se tentado explicar o efeito ergogênico da cafeína durante o exercício físico anaeróbio, relacionando-o ao efeito dessa substância em alguma porção do sistema nervoso central (SNC) e a propagação dos sinais neurais entre o cérebro e a junção neuromuscular e também ao efeito da cafeína sobre o músculo esquelético, facilitando a estimulação-contração do músculo esquelético. Alguns estudos têm indicado aumento da força muscular e maior resistência à instalação do processo de fadiga muscular após a ingestão de cafeína. Acredita-se que possa ocorrer um aumento de ação e liberação de noradrenalina e adrenalina.
Algumas pesquisas têm mostrado os efeitos metabólicos da cafeína, verificando que a substância não só faz aumentar o gasto de energia, como também eleva a termogênese celular, a mobilização de ácidos graxos e a oxidação lipídica. O efeito da cafeína nos lipídeos e metabolismo energético demonstrou ser, na maioria das vezes, mediado pelo sistema nervoso central. Ou seja, a cafeína desde que administrada na dose correta, poderá promover uma melhor eficiência no metabolismo energético e muscular durante a prática esportiva, aumentando a lipólise (quebra de gordura, poupando glicogênio muscular e retardando a fadiga), contribuindo para melhorar a performance.
Os efeitos da cafeína podem variar de pessoa para pessoa. Seu efeito tem sido demonstrado com doses entre 100 – 420mg, ou seja, duas xícaras de café já seriam suficientes para obter algum efeito. Em 150 ml (1 xícara) tem 103mg de cafeína, a de expresso tem 120mg e uma de chá verde tem 30mg. Muitos preferem a suplementação por cápsulas, que facilita a ingestão da quantidade necessária.
É muito importante ressaltar que o uso de cafeína mal administrado poderá causar dependência e sintomas como dores de cabeça, irritabilidade e cansaço, que poderão ser desencadeados pela interrupção do uso da cafeína. Algumas pessoas são sensíveis à cafeína e podem não se sentir bem. Não é indicado seu uso à noite, já que causa agitação e pode prejudicar o sono, que é tão importante em qualquer atividade física.
Portanto, procure um nutricionista para avaliar se é realmente indicado para você e a dose certa de acordo com o seu biotipo e objetivo. Convém lembrar, também, que a cafeína pode agravar certos problemas como gastrites, úlceras, anemia. Em indivíduos com determinadas patologias, como hipertensão, o uso é contra indicado.
Por Dra. Shalimar Diniz
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Vitamina C: Fundamental para as Pessoas e Atletas
VITAMINA C : FUNDAMENTAL PARA AS PESSOAS E ATLETAS
Dentre
seus efeitos normais como: combater gripes e resfriados, a vitamina C
tem um efeito anti-catabólico de fundamental importância no controle do
hormônio cortisol no organismo, diminuindo o mesmo sem atrapalhar a
produção de testosterona, auxiliando na formação da mesma, melhorando a
recuperação e o crescimento das células musculares.
Um estudo
publicado no Journal of Strenght and Conditioning Research” mostra que a
ingestão de 1g de vitamina C por dia pode reduzir a secreção de
cortisol, permitindo um crescimento muscular maior, quando comparado a
pessoas que tem uma dieta deficiente da mesma. A vitamina C funciona
também como um antioxidante (protegendo as células musculares contra os
radicais livres) e na formação de colágeno (diminui as chances de lesão
muscular).
A vitamina C também auxilia na absorção do ferro. Uma
deficiência do mesmo, a quantidade de oxigênio que fica ligado à
hemoglobina no sangue diminui e reduz a performance muscular. Vitamina C
e Ferro também são benéficos para pessoas que sofrem de anemia, pois um
auxilia na retenção do outro.
VITAMINA C E CORTISOL
O
hormônio cortisol é liberado, quando uma pessoa entra em estado de
stresse ou por elevados esforços físicos (treinos pesados). O cortisol
diminue a produção de testosterona natural do corpo quando elevado? Ou
liberado?? sua produção.
O cortisol tem um efeito catabólico e
diminuindo também as defesas do organismo (sistema imunológico). As
testosteronas sintéticas são bastante usadas devido a diminuir a
produção do cortisol e ter um efeito anabólico. A vitamina C entra como
um elemento anti-catabólico (diminuindo o cortisol), sem atrapalhar a
produção de testosterona...
ABSORÇÃO DA VITAMINA C
A
vitamina C, não é armazenada pelo organismo, por ser hidrossolúvel
(solúvel em água). Por isso sua ingestão tem que ser diária,
proporcionais as necessidades de cada indivíduo, variando por diversos
fatores. O organismo só absorve 20% da vitamina C consumida, é
importante aliar sua ingestão á de alimentos que absorvem melhor a
mesma, ex: aveia.
A aveia é um dos alimentos que mais retém a
vitamina C, cerca de 80%. Outro exemplo são os complexos bioflavonóide,
que em conjunto com a vitamina C, auxiliam na sua absorção.
DOSAGEM RECOMENDADA
Doses
mais frequentes irão fornecer uma quantidade contínua de vitamina C,
altas dosagens podem causar diarreia e irritar o sistema digestivo.
Dividir as doses ajuda a evitar esses problemas.
O corpo processa
a vitamina C de forma muito rápida, sendo recomendada tomar duas doses
de 500mg ao longo do dia. Para quem treina de forma mais intensa pode
ser administrada dosagens de até 3g por dia.
Obs: Alguns remédios
podem reduzir o nível de vitamina C no corpo, como: anticoncepcionais,
esteroides, álcool, analgésicos e antidepressivos. Com isso terá que
aumentar a dose de vitamina C.
domingo, 9 de junho de 2013
Drogas nos Esportes: Dos Anabolizantes ao Doping Genético
Desde os tempos mais remotos, o homem busca formas de aprimorar suas
capacidades a fim de superar seus limites. O uso de substâncias tidas
como capazes de aumentar as aptidões físicas não é algo recente. Sua
utilização pela humanidade remonta das civilizações mais antigas, quando
se acreditava que as propriedades de algumas ervas ou alimentos tinham o
poder de aumentar a força, resistência e agilidade dos guerreiros.
Na China, há mais de 2000 anos A.C., já eram conhecidos os efeitos de
uma erva denominada Ma-huang, que tinha como característica o aumento da
resistência. Também datam desta época a Ephedra e a Mandrágora. A cola
já era usada na África como estimulante e o ópio era muito consumido na
Grécia e Ásia da antiguidade. No século XVI, ao colonizarem a América
do Sul, os espanhóis observaram o curioso hábito de mascar folhas de
coca como um recurso dos nativos para aumentar a capacidade e vigor
físicos. Neste ínterim, utilizava-se na Europa bebidas contendo cafeína.
A morfina foi isolada no início do século XIX e passou a ser utilizada
em cavalos na Inglaterra.
A utilização de recursos como meio de aumentar as habilidades físicas e
psíquicas teve uma estreita relação com as guerras e conflitos entre os
povos. Para produzir guerreiros capazes de defender seus interesses,
cada nação lançava mão do uso de substâncias “milagrosas”. A própria
morfina foi utilizada como anestésico durante a guerra civil americana,
ainda no século XIX. A invenção da agulha hipodérmica facilitou e
popularizou seu uso nos fronts de combate. No século seguinte, os
soldados recebiam em seu kits de sobrevivência anfetaminas que os
mantinham acordados e em estado de alerta. Mais tarde estas substâncias
seriam largamente utilizadas nos esportes, evidenciadas pelo consumo
excessivo e ocorrência de óbitos entre alguns atletas, o que deu origem à
preocupação quanto ao uso de compostos desta natureza nas competições
esportivas.
Os anabolizantes esteróides androgênicos datam de 1935, quando se
conseguiu sintetizar testosterona a partir de colesterol em laboratório.
A partir dai, a recém-descoberta testosterona sintética foi utilizada
em situações terapêuticas na quais havia dificuldade de síntese e
retenção protéica. Antes deste feito, a testosterona era obtida através
de testículos de animais. Alguns anos após, durante a 2ª guerra mundial,
alemães administraram testosterona em seus soldados, cientes dos
poderosos benefícios ergogênicos deste composto. O uso destas
substâncias se estendeu para o esporte e colocou os atletas do bloco
oriental em superior vantagem em relação ao resto do mundo.
A partir da constatação do uso abusivo de substâncias otimizadoras da
performance, se fez necessária uma vigilância quanto à utilização destes
produtos, não tão somente pela busca da igualdade de condições entre os
atletas, mas também pelo número crescente de casos de óbito entre os
usuários destes recursos. Nos anos 60, durante os jogos olímpicos no
México, o COI – Comitê Olímpico Internacional – divulgava para o mundo o
conceito de doping e sua proibição no esporte. Desde então, tem sido
travada uma batalha por parte dos comitês para estabelecer, regulamentar
e dispor acerca das proibições quanto ao uso de drogas no esporte.
Embora haja uma larga fiscalização por parte das autoridades
responsáveis, sempre houve relatos de tentativas de burlar as proibições
impostas pelo COI. Muitos atletas, em conjunto com médicos e
bioquímicos, conseguiram mascarar o uso e passar ilesos nos testes
anti-doping. Estas manobras tem levado o COI a sempre revisar e
atualizar não só a lista de substâncias proibidas, bem como o rigor na
confecção dos testes. Alguns atletas são chamados aleatoriamente para
realizar testes mesmo fora do período de competição (out of competition)
para que o uso não se restrinja somente à fase dos jogos.
Através da busca incessante por representantes cada vez mais fortes,
velozes e ágeis, surgiu uma inevitável tendência por parte de cada nação
em fabricar campeões. A guerra entre muitos países conheceu uma
relativa trégua nos campos de combate e foi transferida para os
ginásios, arenas e pistas. Especialmente em tempos de expansão nazista,
Hitler e sua Alemanha ariana se recusaram a aceitar a vitória de
afro-americano Jesse Owens sobre os atletas alemães. Na primeira edição
dos Jogos Olímpicos transmitida ao vivo, o mundo assistiu atônito à
retirada de Hitler para não ter que premiar um atleta de raça
“inferior”.
Hoje, o esporte assumiu vultosa influência no comportamento das pessoas
levando a hipervalorização corporal e sobretudo à necessidade de
superação de limites. A indústria do esporte movimenta cifras
bilionárias ao redor do mundo e cresce a cada dia. Os atletas são
considerados heróis nacionais e exemplo a ser seguido. Os EUA investem
altas quantias para manter a invencibilidade e hegemonia dos seus
atletas de tal sorte que as medalhas olímpicas parecem representar a
força de cada nação, medida pela capacidade física de seus esportistas.
Toda essa valorização exacerbada, porém, se desvanece quando um desses
representantes é flagrado usando métodos proibidos. Não está em questão
se o atleta realmente faz uso ou não: o que realmente está em jogo é a
comprovação dessa utilização. Até aquele momento, o “super-homem” é o
exemplo máximo de conduta moral, até chegar o fatídico momento do teste
positivo. Para muitos atletas significa o fim da uma carreira, da
aceitação e carisma perante o público, sobretudo é também a confirmação
cruel de que ele era simplesmente humano; que seus poderes eram fruto
exclusivo de alguma fórmula mágica.
Apesar das restrições, a procura pelo Graal do rendimento esportivo
continua a ser buscada incessantemente. Novas descobertas, novos
recursos são criados à passos largos. Atualmente, a pesquisa cientifica
avança em relação à manipulação genética como um meio promissor de
alterar determinadas características fenotípicas (e até genotípicas!).
Embora muitas dessas pesquisas não tenham como objetivo a melhora da
performance e sim a terapêutica em patologias especificas, a história se
repete. O doping genético, como ficou conhecido, é a mais recente
evolução dos antigos métodos de otimização do desempenho atlético.
Todas as funções metabólicas de nosso organismo são mediadas por
atividade gênica. Muitos genes são responsáveis por características que
favorecem ou limitam a capacidade do individuo. Genes que codificam
bloqueadores de miostatina, síntese de GH, IGF-1, endorfinas,
eritropoietina, leptina etc. são os mais estudados para este fim. Esta
manipulação gênica também é interessante não tão somente do ponto de
vista do aumento do desempenho, mas também da recuperação de lesões e
traumas comuns à prática esportiva. Muitas vezes incidentes como esses
acarretam o fim da carreira de grandes atletas.
A prática da terapia gênica se dá pela ativação ou inativação de
determinado gene de células-alvo específicas. A introdução do material
genético é feita através da ação de vetores virais (que tem a capacidade
de se agregar à estrutura do DNA, modificando sua expressão gênica),
lipossomas ou macro moléculas conjugadas ao DNA. Ainda se desconhece que
tipo de efeitos decorrentes desta manipulação possam acontecer, por se
tratar de uma técnica relativamente recente. A maior preocupação reside
no uso de vetores virais para introdução do material genético,
justamente por sua capacidade mutagênica. Abaixo, alguns exemplos de
terapia gênica considerados como doping genético.
BLOQUEADORES DE MIOSTATINA
O interesse por parte da comunidade científica nesta área de estudo
surgiu da observação de uma peculiaridade de uma raça bovina em
particular, o Belgian Blue.
Estes animais tinham como característica uma massa muscular exagerada,
praticamente o dobro de outras raças, sem uso de nenhuma ração especial
ou administração de esteróides anabólicos, cujo uso é comum em rebanhos
bovinos.
Os cientistas descobriram que estes animais apresentavam uma mutação em
certos genes que codificam proteínas reguladoras do crescimento
muscular, sendo uma delas conhecida como miostatina.
Através de terapia gênica em laboratório, foi feita alteração nos genes
responsáveis pela produção de miostatina em ratos e foi observado efeito
semelhante ao ocorrido no Belgian Blue.
Os inibidores de miostatina imediatamente foram associados à alterações
capazes de aumentar o desempenho atlético, por iinduzir crescimento
muscular. Algumas empresas de suplementação até se aproveitaram da idéia
e lançaram supostos produtos com esta capacidade de inibição da
miostatina, porém sem muito sucesso.
Todavia, mesmo conseguindo excelentes efeitos nos experimentos
realizados com ratos, os estudos não são conclusivos uma vez que os
roedores eram transgênicos, ou seja, suas características foram
alteradas ainda em fase embrionária. A manipulação foi responsável tanto
por hipertrofia como por hiperplasia, mas durante o crescimento a
hiperplasia é comum tanto em ratos quanto humanos. Resta saber se em
indivíduos em idade adulta, estes dois fenômenos ocorreriam. Também há a
possibilidade, segundo os pesquisadores, de alterações em outros tipos
de tecido muscular, como o cardíaco e o liso, o que poderia trazer
problemas em relação à atividade de órgãos compostos por estes tipos de
músculo, como o coração e trato entérico, respectivamente. Os estudos
prosseguem enquanto crescem as expectativas quanto às possibilidades do
emprego de inibidores da miostatina tanto no campo terapêutico, quanto
no rendimento esportivo.
GH e IGF-1
Em relação ao GH – hormônio do crescimento humano, já se sabe há muito
de sua utilização no esporte como recurso ergogênico, inclusive este
figura como método proibido na classe de peptídeos e análogos da lista
do COI. Entretanto, a terapia gênica do GH produziria de maneira
endógena a super-expressão da síntese deste hormônio, que tem como
grande mediador dos efeitos relacionados ao crescimento, as
somatomedinas insulino-miméticas, ou IGFs, particularmente o IGF-1
(insulin-like growth factor 1), também utilizado como poderoso recurso
ergogênico em modalidade que necessitam de força e tamanho musculares.
Atualmente, ambos figuram na lista de substâncias proibidas, contudo,
sua detecção não é tão fácil como as demais substâncias. Outros
peptídeos como os MGFs (mecano growth factors), VEGFs (vascular
endhotelial growth factors), PDGFs (plateled derivated growth factors),
FGFs (fibroblast growth factors) e HGFs (hepatocyte growth factors)
estão na última edição da lista.
Segundo muitos especialistas no assunto, o doping genético será uma
realidade nas competições esportivas dentro de pouquíssimo tempo. Neste
exato momento, há pessoas trabalhando no estudo destes recursos voltados
à performance esportiva, isto é um fato. Obviamente, toda uma discussão
acerca de ética quanto à utilização destes métodos deve ser fomentada à
medida que se avançam os estudos. Como mencionou Pierre Levy em seu
livro “O que é o Virtual”: a humanidade vivenciará reconstruções que as
possibilitarão virtualizar o corpo, alterando o metabolismo pelas
drogas, regulando as emoções e controlando a reprodução. Ao que tudo
indica, esta é uma evolução que está apenas começando.
BONS TREINOS E ATÉ A PRÓXIMA!!!
Por Madilson Medeiros
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Decaonato de Nandrolona - Deca Durabolin
Nota importante:
Ola amigos,
A intenção desta coluna não é estimular ninguém a utilizar qualquer tipo de substância ilícita, muito pelo contrário, o objetivo é demonstrar os vários efeitos colaterais que elas trazem com seu uso. Tentamos também na coluna associar as informações cientificas disponíveis na literatura com as informações praticas de atletas e/ou praticantes de musculação do mundo underground das academias.
DECAONATO DE NANDROLONA
A pratica de exercícios físicos, em especial a musculação, vêm sendo amplamente realizada por pessoas que
Porém, a musculação também é utilizada por atletas e pessoas que buscam um melhor rendimento físico ou estético, sendo muitas vezes a uso de drogas para maximizar seus resultados.
Nesse sentido uma das drogas mais utilizadas por freqüentadores de academias é a Nandrolona (Barquilha, 2009).
A nandrolona (também conhecida como deca-durabolin) é um andrógeno sintético, tendo ação anabolizante prolongada de até três semanas (Kutscher et al., 2002), podendo estimular o crescimento e a resistência celular.
Sua estrutura é parecida com a testosterona, porém não possui o carbono da posição 19, daí o nome 19Nor-testosterona, essa pequena mudança é faz com que ela não seja convertida em DHT (dihidrotestosterona) pela enzima 5-alfa-reductase (5AR) como normalmente acontece com a testosterona, conferindo então menores efeitos androgênios se comparado a testosterona.
Essa droga é utilizada na regeneração de diversos tecidos, como o sangüíneo, córneo e outros. Ela é classificada como um andrógeno não aromatizavel decorrente da baixa conversão a estrógeno, minimizando efeitos femininos em grandes doses desse hormônio (Kuhn, 2002; Cunha et al., 2006), e nas mulheres essa droga apresenta menor virilização quando comparada a testosterona, porém ainda assim pode causar tal efeito.
A via de administração da nandrolona é intramuscular ou oral. Ele é encontrado na urina como 19-nortestosterona e seus metabólitos; 19 norandrosterona e 19-noretiocholanolona, que podem ser detectados por um longo período de tempo na urina, sendo geralmente a norandrosterona presente em maior concentração (Guimarães e Alves).
Um dos principais benefícios com a prática de exercícios físicos é a cardioproteção, sendo que o uso da nandrolona parece anular esse efeito positivo decorrente do exercício, o que corrobora com o fato de serem encontradas lesões freqüentemente nos corações de indivíduos que fazem uso de altas doses de anabolizante (Chaves et al, 2007).
Além disso, outros possíveis efeitos colaterais podem ser encontrados com o uso, como acnes, calvície, libido, possível ruptura de tendão decorrente do aumento exorbitante de massa muscular, aumento do colesterol LDL, infarto agudo do miocárdio, morte súbita por hipertrofia ventricular esquerda.
Quando utilizados na puberdade, causam o fechamento das epífises ósseas, acarretando déficit final do crescimento em conseqüência do amadurecimento ósseo precoce, atrofia do tecido testicular, infertilidade, impotência, dificuldade ou dor para urinar e hipertrofia prostática, tumores hepáticos e de próstata.
Na mulher, pode ocorrer a masculinização, evidenciada pelo engrossamento de voz e crescimento de pêlos no corpo no padrão de distribuição masculino; irregularidade menstrual e aumento do clitóris. (Fineschi et al., 2001). Fatores psicológicos também são alterados, como irritabilidade.
A sua utilização fica geralmente entre 200 à 800mg por semana em homens, sendo que sua meia vida é geralmente de 6 dias.
Geralmente essa droga á associada com alguma testosterona de ação média ou longa, como por exemplo a oximetolona (fabricado com o nome comercial de Hemogenin) e a metandrostenolona (conhecida como Dianabol).
Sua dosagem então vai variar do período da forma como estiver usando e sua pré-disposição a ter ou não demasiada retenção hídrica com a mesma.
A Deca-Durabolin é produzida no Brasil pela empresa farmacêutica Organon, em ampolas de um mililitro com a concentração de 25 ou 50 miligramas/ampola.
REFERÊNCIAS
LARSSON, C.E. et al. Terapêutica tópica e sistêmica: pele, ouvido e olho. In: ANDRADE, S.F. Manual de terapêutica veterinária. 2.ed. São Paulo : Roca, 2002. p.116-178.
BARQUILHA, G. Uma analise da incidência de efeitos colaterais em usuários de anabolizante da cidade de Bauru. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, v. 03, p. 146-153, 2009.
CHAVES, E. A.; PEREIRA-JUNIOR, P. P.; FORTUNATO, R. S.; CARVALHO, D. P.; NASCIMENTO, J. H. M.; OLIVEIRA, M. F. Cardioproteção induzida pelo exercício é prejudicada pelo tratamento com o anabolizante decanoato de nandrolona. Brazilian Journal of Biomotricity. v. 1, n. 3, p. 46-55, 2007
CUNHA TS, TANNO A.N, MARCONDES, F.K.; PEREZ, S.E.A., SELISTRE-ARAUJO, H.S. A administração de nandrolona não promove hipertrofia do músculo sóleo em ratos. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia. 2006; 50(3): 532-540.
FINESCHI V, BAROLDI G, MONCIOTTI F, PAGLICCI REATTELLI L, TURILLAZZI E. Anabolic steroid abuse and cardiac sudden death: a pathologic study. Arch Pathol Lab Med. 2001; 125(2): 253-255.
GUIMARÃES WAM, ALVES SCC. Efeitos Crônicos do Treinamento de Forca Associado ao uso do Decanoato de Nandrolona sobre as Reservas de Glicogênio Muscular e Hepatico em Ratos. http://www.unimep.br/phpg/mostraacademica/anais/4mostra/pdfs/255.pdf
KUTSCHER EC, LUND BC, PERRY PJ. Anabolic steroids: a review for the clinician. Sports Med. 2002; 32(5): 285-96.
KUHN, CM. Anabolic steroids. Recent Prog Horm Res. 2002; 57: 411-434.
1. Pharmacokinetic parameters of nandrolone (19-nortestosterone) after intramuscular administration of nandrolone decanoate (Deca-Durabolin) to healthy volunteers;
2. Impact of Nandrolone Decanoate on Gene Expression in Endocrine Systems Related to the Adverse Effects of Anabolic Androgenic Steroids;
3. Anabolic androgenic steroids differentially affect social behaviors in adolescent and adult male Syrian hamsters – Salas-Ramirez KY, Montalto PR, Sisk CL;
Atenção:
Anabolizantes esteróides são medicamentos e somente podem ser adquiridos em farmácias sob prescrição médica.
Por Gustavo Barquilha Joel
domingo, 3 de março de 2013
Esteróides Orais Mais Usados no Brasil
Anadrol-50 (Oximetolona):
Foi,
provavelmente, a massa de todos os tempos favorita para a força e a
construção. Em doses de 100-250 mg/d, os ganhos de peso realizados
fotram de 8 a 12 kg em apenas algumas semanas. Usuários revelam uma
força inacreditável e recuperação também. Infelizmente, a maioria do
ganho de peso foi de retenção de água e para uma extensão muito menor no
aumento da contagem de células vermelhas do sangue. Pós-ciclo de
retenção de massa magra sugado a menos que um anabólico altocomo
nandrolona, Equipoise, Winstrol Depot, ou Primobolan Depot fossem
associados com ela, ou na minha experiência com mais sabedoria utilizado
em uma Maxima Fase andrógenica.
Anadrol
foi usado geralmente nas últimas semanas pré-competição também. Isto
foi feito para aumentar a intensidade do treinamento, melhorar os o
trabalho de recuperação, aumento da vascularização, e induzir uma
plenitude distinta com efeito de endurecimento. Quando usado em
pré-competição, Anadrol necessário o uso de Nolvadex ou outro antagonista dos receptores de estrogênio.
Anadrol tendia a causar calvície para alguns. Ele também deu a muitos atletas ginecomastia nas faixas de dosagem superiores. Anadrol na verdade não aromatiza, mas produz progesterona como qualidades.
A progesterona é um estrogênio que promove a ginecomastia, bem como a retenção de água grave.
Faslodex (fulvestrant)
tem sido o melhor antagonista de estrogênio durante a administração de
qualquer anabólico com atividade progestina. Porque, como eu disse
antes, o medicamento funciona como regulador de estrogênio e contra
receptores da progesterona.Menos receptores menos significa menos
atividade.
Anadrol
era como um potente andrógeno que ele ligou-se ao sexo determinado
tecido andrógeno receptores nas áreas do couro cabeludo e da próstata.
Finasteride parecia possuir alguns receptores de bloqueio de sites
qualidades e, portanto, foi útil.
Curiosamente, Anadrol não
induziu forte ativação de andrógeno receptores androgênicos no tecido
muscular. Mas fez o ganho de massa muscular impressionantes. Irônico,
mas Anadrol obviamente funcionou.
Infelizmente, Anadrol
era muito tóxico para o fígado tóxico. Methyltestosterone só
rivalizava com ele para toxicidade e Halotestin vencia de longe para a
destruição do fígado.
Devido à retenção de água séria durante o uso de Anadrol um diurético faria ser necessário nos últimos 2-3 dias pré-competição. Lembre-se de Anadrol causa supressão de HPTA grave.
Anavar (Oxandrolona):
É na verdade um anabolizante muito potente. Apesar de Anavar ser um c17-alquilados não parece agravar os problemas de fígado.
Anavar não converte em DHT, nem aromatiza em estrogênio.
Pré-competição,
Anavar aumenta significativamente a dureza e ajudando na retenção de
massa magra durante períodos de restrição calórica. Durante o uso,
alguns ganhos de força foram percebidos, mas o ganho de peso foi lento,
mesmo com uma maior ingestão de calorias. No entanto, o de peso foi de
massa muscular pura e foi sua maioria, mantida no pós-ciclo, mesmo sem
estimulação de HPTA .
Isto foi devido à falta de qualidades e
supressão HPTA do Anavar.Valor androgênico baixo. Níveis elevados de ATP
significativamente auxiliado no pós-ciclo de retenção de massa magra. E
adivinhem? Anavar aumenta a síntese de fosfato de creatina. Eu sei de
aptidão de vários concorrentes que associaram 25 mg de Anavar
diariamente com 20-30 mg de Novaldex e 80-120 mcg de Clenbuterol ou
efedrina diariamente. Muitas vezes não precisam de drogas da tiróide se
um bom plano de dieta foi seguido.
Vários fisiculturistas
profissionais comumente usam 40-80 mg / d de Anavar durante as últimas 3
a 4 semanas de preparação para concurso e para aumentar a dureza e
preservar massa magra corporal. Como eu disse, "interessante". Deve
parecer aparente que Anavar tem sido utilizada com sucesso como um
substituto para as fases de dose baixas de Anabólicos. A dosagem igualou
0,25 mg por Ib / d.
Houve uma versão mercado negro de
Oxandrolona circulantes que permitiu administração tipo injeção. O
problema era que nem todos os Anabólicos são eficazes quando o fator
de desativação do fígado é removido para um significativo grau ... e
este foi um.
DIANABOL (Methandrostenolone):
Dianabol
tem uma longa história no esporte de todos os tipos. Na maioria dos
casos, 50 mg / d de Dianabol causam os mesmos resultados que uma 50-200
mg / d de Anadrol-50 e são um pouco mais fácil para o fígado.
Normalmente,
uma dosagem de 5mg/25 Ib de peso corporal diariamente promovida
excelente resistência e ganhos de peso de massa para qualquer
fisiculturista pesado. Pessoalmente, eu não acreditava que uma dosagem
acima desta fosse mais eficaz ou tivesse um risco para efeito de valor.
(Se o Dianabol utilizada foi real e dosagem por comprimido / líquido em
cápsulas de gel foi preciso).
Dianabol foi excelente em ajudar em
um nível plasmático andrógeno mais rápido durante os primeiros dias
7-10 de Fase andrógeno Max. E a maioria relatou uma sensação de sentir
"grande" durante o emprego.
Dianabol aromatiza e tem qualidades
estimulatórias. Neste caso, a finasterida deixou que para alguns
antagonista do receptor valor e era bastante eficaz para a inibição da
formação de DHT.
Aromatização foi normalmente tratadas com
inibidores tais como Cyclophenil, Arimidex, Proviron, ou Teslac. No
entanto, um maior benefício foi obtido com Nolvadex. Isto deveu-se
Nolvadex sendo um antagonista de estrogénios. Desde que os antagonistas
apenas "bloqueiam " o receptor de estrogênio, o estrogênio circulatório
elevado
provocou aumentos de produção de IGF-1. Qual era legal se houvesse um número suficiente de nível de andrógeno, é claro!
No
entanto, quando Dianabol foi mergulhado em um ciclo ou utilizados
isoladamente por mais de 21 dias, um inibidor da aromatase precisava de
ser adicionado pelo menos 7 dias antes da interrupção de todos os
Anabólicos. Se não, os níveis pós-ciclo de estrogénio se tornaram um
problema.
Deve ser compreendido que Dianabol foi mais potente nos
seus efeitos como um oral, não em forma de injeção. Isto deveu-se
notável liberação de IGF-1 a partir do fígado durante desintoxicação de sua molécula, o que foi, naturalmente, uma estrutura de c17-alquilados.
Infelizmente, Dianabol também teve efeitos graves como supressores de HPTA.
Desde
que Dianabol causa retenção de água elevada, não foi normalmente
utilizada como uma droga de pré competição. Para os ciclos de massa com
boa retenção de massa magra no pós-ciclo, Dianabol foi vulgarmente
associado com anabolizantes como nandrolona, Equipoise, ou Primobolan
Depot. Estas alta
drogas anabolizantes tinha uma afinidade
respeitável para o receptor de andrógeno e solidificado Dianabol
induzida massa em alta qualidade tecido muscular magro ... quando o
protocolo foi adequadamente estruturado.
A vantagem para Dianabol
era suas qualidades distintas de supressão de cortisol. Na verdade, 50 -
70% dos efeitos do cortisol foram bloqueados com uma dosagem de 5mg/25
Ib diárias. Cerca de 10 mg diária foi observado na literatura disponível
como iguais em actividade, para uma média macho produção de andrógenos
endógenos.
Winstrol orais (Stanozolol):
Eu
acredito que miligrama por miligrama, Winstrol é sem dúvida o oral mais
eficaz. Eu escrevi e disse várias vezes, quando comparado com
Anadrol, Dianabol, ou Anavar, Winstrol chutou a bunda de todos.
Winstrol
não é uma droga de "grande" força mas o crescimento de tecido magro
muscular supeou as espectativas de longe. Winstrol estimula os
receptores androgênicos e ajuda na dureza devido à baixa retenção de
água. Obviamente, Winstrol aumenta a síntese de proteína em dois níveis.
Primeiro como um esteróide anabólico e segundo como um estimulador oral
de IGF-1.
Winstrol
não converte em DHT ou aromatiza em estrogênio. No entanto, ele fez
causa alguma perda de cabelo. Desde que foi anotado por conectar
facilmente ao receptor androgênico do couro cabeludo. Era muito mais
suave no fígado do que Dianabol ou Anadrol. E certamente foi mais amigável do que Halotestin para o fígado.
Outra vantagem para Winstrol é a sua semelhança estrutural com a progesterona. Isto significa que foi indicado para se ligar aos receptores de progesterona e ainda inibir efeitos da progesterona. Por este sucesso, foi utilizado como parte de uma associação oral (Quando orais tornaram-se necessários) com Dianabol ou Anadrol. Como um ciclo de massa utilizamos 25-50 mg/d de Winstrol e 5 a 10 mg/50Ib de peso diários de Dianabol ou 100 a 200 mg/d de Anadrol. 50 a 150 mg/d de Anadrol para fases de pré-competição durante as últimas semanas.
Orais
ou injetáveis Winstrol vai bem com Anavar por breves períodos
seguindo mais protocolos de Anabóllicos e durante reestimulação de HPTA
inicial. Winstrol teve pouco efeito em função de HPTA. Portanto, este
teve algum benefício real em ajudar no pós-ciclo para massa magra de
retenção. Winstrol foi regularmente utilizado com a maioria dos outros
Anabolizantes com sinergia.
Winstrol Oral e Winstrol Depot / V na
verdade eram idênticos. Orais ficam muito caros em 25 mg/d ou mesmo 50
mg/d. A versão injetável (1/2 m = 25 mg) era muito mais econômica.
Por Helcio Sabatella
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Como Reduzir Gordura Abdominal e Celulite?
O maior desejo de todas as pessoas que praticam exercícios por estética é
se livrar da gordura acumulada na barriga e também da celulite que se
forma nas partes onde há muita gordura (barriga, coxas, bumbum, etc.).
Porém, perder barriga e celulite são um dos objetivos mais difíceis de
alcançar, afinal, exige muita disciplina, treinos intensos e alimentação
regrada. Todos esses fatores necessitam de uma orientação profissional,
afinal, pessoas que tentam fazer treinos e dietas por si só, raramente
alcançam bons resultados, entrando em métodos malucos, incorretos ou da
moda, e desanimam ao perceber que o resultado demora em vir, não vem ou
pior: vem ao contrário!
Então, trago aqui para os leitores as dicas mais eficazes de como ter
bons e rápidos resultados na hora de eliminar gordura abdominal e
celulite. Tome nota:
1- Aeróbios
Os exercícios aeróbios são excelentes para agilizar a queima de gordura,
seja abdominal ou celulite (esta nada mais é do que nódulos de gordura
acumulados junto com água sob a pele), afinal, o gasto calórico é alto
durante esse tipo de treino, então, converse com seu professor de inclua
um programa de aeróbios focando em queima de gordura;
2- Capriche nos treinos de musculação (ou com pesos)
Os treinos de musculação são os mais eficientes para quem deseja
aumentar os músculos, então, seja frequente neles. Quem deseja um corpo
mais tonificado, durinho e definido, tem que puxar ferro! Não tenha
preguiça, vá de 3-4x/semana no mínimo e sempre aumente suas cargas. Se
você mantém a mesma carga por meses, seus músculos ficarão iguais por
meses, então, se quer mais músculos, coloque mais carga (claro, sempre
aumentando aos poucos para não ganhar lesões). O aumento de massa
muscular irá facilitar a queima de gordura, até mesmo em repouso, pois
um corpo mais musculoso tem o metabolismo mais acelerado, facilitando o
desenho abdominal;
3- Exclua açúcar e farinha branca
Açúcar e farinha branca disparam a produção de insulina, facilitando
acúmulo de gordura abdominal e bumbum, então, devem ser excluídos da
alimentação. Além de tudo, fermentam e estufam em excesso quando são
consumidos, um prato cheio para dilatação de estômago e aumento da
barriga. Consumo produtos light/diet e farinha integral no lugar da
refinada;
4- Aumente o consumo de proteínas magras
Dietas ricas em proteínas magras aceleram o metabolismo, aumentam a
queima de gordura, favorecem a saciedade e evitam fermentação (consumir
muitos alimentos que fermentam, auxilia no aumento da barriga);
5- Consuma carboidratos de baixo índice glicêmico
Por demorarem mais para virar glicose sanguínea, carboidratos de baixo
índice glicêmico são excelentes para repor sua energia, glicogênio e não
causar picos de insulina no sangue (evitando assim acúmulo de gordura).
Então consuma mais cereais integrais e frutas com casca;
6- Não fique muito tempo sem comer
Passar mais do que 3 ou 4 horas sem comer, pode aumentar o acúmulo de
gorduras no corpo e também deixar seu metabolismo mais lento, então,
corte esse hábito fazendo de 5-6 refeições ao longo do dia. Nunca saia
sem tomar um bom café da manhã e nunca durma sem ter feito uma refeição
leve rica em proteínas e gorduras boas. Outra: quem fica muito tempo sem
comer, a tendência é chegar na próxima refeição com muita fome,
ingerindo grandes quantidades, o que favorece dilatação do estômago;
7- Aumente o consumo de água
Pouca água favorece o aparecimento de celulite, afinal, as toxinas
começam a ser acumuladas no sangue e sob a pele. Então, para ter um bom
funcionamento intestinal (intestino preso também aumenta a barriga) e de
eliminação de toxinas, beba mais água!
Por Dra. Giovana Guido
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Cafeína Pode Reduzir os Sintomas da Síndrome Metabólica
Síndrome Metabólica
A síndrome
metabólica ou plurimetabólica, antes chamada de síndrome x,
caracteriza-se por um grupo de sintomas relacionados a doenças
cardiovasculares (como enfarte do miocárdio e acidente vascular
cerebral), incluindo pressão alta, gordura no sangue, gordura localizada
no abdômen, inflamações, problemas vasculares periféricos e diabetes.
Ela tem resistência à ação da insulina, o que obriga o pâncreas a
produzir mais tal hormônio.
A doença é genética e também advém da
civilização moderna, associada à obesidade, como resultado da má
alimentação – alto consumo de carboidratos e de gordura – e do
sedentarismo.
As manifestações começam na idade adulta e aumentam
com o envelhecimento. Todavia, embora acometa mais o sexo masculino,
mulheres com ovários policísticos estão sujeitas a desenvolver a doença,
mesmo sendo magras.
Cafeína
A
cafeína é um composto químico encontrado em determinadas plantas;
apresenta-se sob a forma de pó branco ou de pequenas agulhas e tem sabor
amargo.
É usada como estimulante devido à sua atuação sobre o
sistema nervoso central e sobre o metabolismo, o que aumenta a produção
de suco gástrico. Doses terapêuticas de cafeína estimulam o coração,
aumentando a sua capacidade de trabalho, acarretando, também, a
dilatação dos vasos periféricos.
Uma xícara média de café contém,
em média, 100mg (cem miligramas) de cafeína; numa xícara de chá ou num
copo de alguns refrigerantes encontram-se 40mg (quarenta miligramas) da
substância.
Mas atenção! A ingestão excessiva pode provocar, em
algumas pessoas, efeitos negativos como irritabilidade, ansiedade, dor
de cabeça e insônia. Os portadores de arritmia cardíaca devem evitar até
mesmo dosagens moderadas, ainda que eventuais, da substância. Altas
doses de cafeína excitam demasiadamente o sistema nervoso central,
inclusive os reflexos medulares, podendo ser letal. Estudos demonstraram
que a dose letal para o homem é, em média, de 10g (dez gramas).
Tratamento
Como
a obesidade é o fator que costuma precipitar o aparecimento da síndrome
metabólíca, o principal e mais eficaz tratamento é uma importante
mudança nos hábitos de vida, como dieta adequada e atividade física
regular para a perda do peso excessivo; dependendo do caso, o tratamento
farmacológico pode ser necessário.
Um grupo que ingeriu
suplementos alimentares de cafeína durante 8 (oito) semanas apresentou
resultados positivos, reduzindo a gordura corporal, a pressão sanguínea e
o índice glicêmico. Os animais que foram alimentados com cafeína
tiveram diminuídos problemas cardiovasculares e melhora no metabolismo.
Por Leena Fabrini
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