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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Como Fazer Aeróbico em Jejum - AEJ 

 

Como Fazer Aeróbico em Jejum - AEJAeróbico em Jejum Virou Moda

Deixou de ser tabu o treinamento aeróbico em jejum. A cada dia aumenta o número de praticantes de musculação que adotam essa prática para queimar gorduras de modo mais rápido e eficiente. Já podemos
até afirmar que está se tornando prática comum, que já ganhou o nome popular de AEJ (aeróbico em jejum). Quem acompanha o FISI com frequência já deve ter lido algumas matérias sobre esse tipo de prática. Diversos colaboradores já se manifestaram sobre o AEJ no FISI: Mesmo tendo se popularizado o aeróbico em jejum como uma das melhores estratégias para se queimar gordura, não se pode esquecer que se trata de um treinamento hardcore, agressivo ao organismo, e que só deve ser realizado por praticantes de musculação que já tenham bom condicionamento físico. Pessoas sedentárias não devem se aventurar nesse tipo de treinamento.

Antes de realizar AEJ, assegure-se que seus hábitos alimentares estão adequados para as necessidades de seu corpo e que o seu repouso noturno está sendo suficiente para a completa recuperação muscular e cerebral. Firmadas essas premissas, vamos definir as melhores práticas para o aeróbico em jejum, afinal, lemos muitas matérias sobre ele, mas poucas que orientam como fazê-lo corretamente.

1. Faça o AEJ ao Acordar, Como Primeira Atividade do Dia

O aeróbico em jejum deve ser realizado logo após o despertar matinal. Não realize nenhuma outra atividade demorada ou fisicamente desgastante antes do aeróbico em jejum. O atraso após o despertar deve ser apenas o necessário para a suplementação (explicada abaixo) e tempo para chegar à academia.

2. Use a Esteira da sua Academia

Não corra em jejum na rua, em parques, etc. Prefira a esteira de sua academia, onde há supervisão de profissionais de educação física. O risco de crise de hipoglicemia é real e pode atingir até praticantes de musculação experientes. Certamente ninguém quer desmaiar no meio da rua.

3. Intensidade Moderada

Não abuse. O aeróbico em jejum não deve ser praticado com a intenção de se melhorar a capacidade cardiorespiratória ou desempenho na corrida. A intenção primordial é queimar gordura. Tenha isso em mente. O exercício deve ser agradável, corra de leve, trotando mesmo.

Esqueça freqüências cardíacas ideais, difíceis de se medir na prática diária. Paute-se pela sensação de treinamento, que só você tem. Sinta prazer na corrida, sem ficar esbaforido, tampouco sem ficar em zona de conforto (caminhada). Isso é intensidade moderada, e cada indivíduo tem o seu grau de moderação, que é subjetivo.

4. Adapte-se Gradativamente

Quem nunca realizou aeróbico em jejum deve ser ainda mais prudente. Comece com 20 minutos e vá acrescentando 5 minutos a cada novo treino, até o limite máximo de 45 minutos.

5. Pratique Esporadicamente
Não treine em jejum por mais de 3 vezes na semana e não faça por mais de 2 meses seguidos. Após atingir uma meta de percentual de gordura, deixe de fazer o AEJ, que é uma prática agressiva.

6. Beba Água

Beba água antes de correr, durante a corrida (leve uma garrafinha), e depois de treinar. Não se preocupe com quantidades, apenas beba bastante água, que é essencial para o metabolismo, e para o seu objetivo principal, que é queimar as gorduras.

7. Mantenha a Dieta

No dia em que se realiza o aeróbico em jejum, o estômago parece estar furado. A sensação de fome será constante o dia inteiro, mesmo poucos minutos após as refeições. Não ceda à essa falseada indicação de falta de nutrientes. Siga a dieta normal.

8. Música

Correr muito tempo na esteira pode ser uma tarefa bem enfadonha. Invista num bom fone de ouvido com bluetooth e use seu smartphone para armazenar músicas agitadas de sua preferência.

9. Maximize os Resultados com Cafeína, Vitamina C e Aminoácidos

Os efeitos termogênicos do aeróbico em jejum podem ser maximizados com a ingestão de cafeína, vitamina C e aminoácidos. Na realidade, neste caso, teremos um semi-jejum, mas que é muito mais eficiente. A cafeína aumenta a queima de gordura, a vitamina C reduz o catabolismo e os aminoácidos preservam a massa magra (músculos).

O ambiente metabólico criado pela ingestão desses elementos irá assegurar ao máximo que o corpo se valha da gordura como fonte de energia, preservando a musculatura. A ordem é secar as banhas! Tome:
  • 200 ml de café sem açúcar (ou 200 mg de cafeína por suplemento de sua preferência)
  • 500 mg de vitamina C
  • 4 colheres de sopa de aminácido líquido (sem carboidratos, como o Amino Liquid 38000 da Nutrilatina e Liquid Super Amino 23000 da Dymatize)
  • BCAAs (opcional para reforçar o efeito anticatabólico)
Conclusão

A técnica do AEJ é comum entre fisiculturistas e também pode ser adotada por praticantes que musculação que desejam ficar saradões, com baixo percentual de gordura no corpo. No entanto, por ser um treino hardcore, agressivo, deve ser realizado com prudência, seguindo as dicas de segurança e de maximização dos resultados.
 

 

Por Redação FISIculturismo

domingo, 17 de novembro de 2013

Batata Doce - o Carboidrato do Atleta

 

Batata Doce - o Carboidrato do AtletaSem dúvida, a batata doce é um dos alimentos fonte de carboidratos prediletos dos praticantes de musculação, especialmente, dos culturistas. Está sempre presente no cardápio da maioria dos campeões, principalmente na fase mais específica da preparação, a pre-contest. Particularmente, tenho utilizado com grande freqüência este tubérculo na dieta dos atletas sob minha supervisão, e os resultados são sempre muito expressivos.

A batata doce (Ipomoea batatas) é a raiz de uma planta rasteira, nativa do continente americano, que cresce sem exigir cuidados especiais para o cultivo. Embora seja menos consumida que a batata inglesa, ela é muito apreciada no norte e nordeste do Brasil. Com toda a probabilidade é a América Central a terra de origem da batata-doce, que pertence à família das Convolvuláceas.

É cultivada em 111 países, sendo que aproximadamente 90% da produção é obtida na Ásia, apenas 5% na África e 5% no restante do mundo. Apenas 2% da produção está em países industrializados como os Estados Unidos e Japão. A China é o país que mais produz, com 100 milhões de toneladas. Pode ser cultivada em locais de climas diversos, como o das Cordilheiras dos Andes; em regiões de clima tropical, como o da Amazônia; temperado, como no do Rio Grande do Sul e até desértico, como o da costa do Pacífico.

Além de constituir alimento humano de bom conteúdo nutricional, principalmente como fonte energética, a batata-doce tem grande importância na alimentação animal e na produção industrial de farinha, amido e álcool. É considerada uma cultura rústica, pois apresenta grande resistência a pragas, pouca resposta à aplicação de fertilizantes, e cresce em solos pobres e degradados. Em termos de volume de produção mundial, a cultura ocupa o sétimo lugar, mas é a décima quinta em valor da produção, o que indica ser universalmente uma cultura de baixo custo de produção.

No Brasil, há quatro tipos de batata doce, que são classificados de acordo com a cor da polpa: batata-branca, também conhecida como angola ou terra-nova, que tem a polpa bem seca e não muito doce; batata-amarela, parecida com a anterior, mas de sabor mais doce; batata-roxa, com casca e polpa dessa cor, é a mais apreciada por seu sabor e aroma agradáveis, sendo ótima para o preparo de doces; e, batata-doce-avermelhada, conhecida no nordeste do Brasil como coração-magoado, tem casca parda e polpa amarela com veios roxos ou avermelhados.

O grande sucesso da batata doce em uma dieta é devido em grande parte a seu índice glicêmico. Este índice reflete o impacto promovido pelo carboidrato ingerido nos níveis sangüíneos de glicose, sendo que quanto mais baixo, melhor (exceto em algumas situações específicas, tal como imediatamente após um treinamento). Em relação à glicose, o índice glicêmico da batata doce é 44, o que pode ser considerado baixo comparando-se com o arroz branco (64) ou com o pão branco (71). Isto a torna ideal para ser consumida como fonte de carboidratos durante o dia, e principalmente, entre 1 e 2 horas antes de uma sessão de treinamento com pesos.

Além do índice glicêmico favorável, esse alimento possui alta taxa de vitamina A (sobre tudo a amarela e a roxa), vitaminas do complexo B e alguns sais minerais, como cálcio, ferro, potássio, fósforo e um pouco de vitamina C. Suas folhas também são bem nutritivas e podem ser preparadas como qualquer outra verdura de folha.

Muitas pessoas ainda confundem a batata doce com a inglesa, crendo que os valores nutricionais são semelhantes. Apesar de haver entre os dois tubérculos uma perfeita concordância no que diz respeito ao teor em substâncias nutritivas, calorias e água, existe grande diferença quanto ao índice glicêmico (a batata inglesa possui um IG muito maior). As batatas-doces também são mais ricas em ferro e possuem 5 vezes mais cálcio. Isto tem uma importância especial para cobrir determinadas necessidades dietéticas. Outro caso é o teor em vitaminas. A batata-doce é muitíssimo mais rica em vitamina A do que a batata inglesa, tendo um alto valor dietético nas doenças causadas por avitaminose A, além de possuir mais fibras.

No período pre-contest, qualquer erro pode significar o insucesso do atleta, portanto a dieta deve ser precisa como um relógio suíço. Procuramos trabalhar com a menor variedade de alimentos possível, visto que dessa forma os eventuais ajustes podem ser realizados com maior facilidade. Dentre esta pequena variedade, preferimos sempre a batata doce como principal fonte de carboidratos da dieta e com o peito de frango como principal fonte protéica. Além de não ser necessária a inclusão de qualquer tempero durante o preparo (que necessita apenas de água fervendo e nenhuma habilidade do cozinheiro), é fácil ajustar as quantidades a serem consumidas.

A batata-doce fornece em média para cada cem gramas: 116 calorias, 1,16 gramas de proteínas, 30,10 gramas de carboidratos e 0,32 gramas de lipídios.

Vale ressaltar que a inclusão da batata doce na dieta do praticante de atividade física ou atleta em quantidades apropriadas, assim como de qualquer outro alimento, depende de uma enormidade de fatores, que só o profissional habilitado pode avaliar. A dieta deve possuir o adequado equilíbrio entre os nutrientes, pois de nada adianta utilizarmos uma ótima fonte de carboidratos, se os demais nutrientes da dieta não estiverem presentes com a mesma harmonia. Consulte sempre seu nutricion
ista!

 

Por Rodolfo Peres 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Passei Mal Durante o Treino, o que Aconteceu? 

 

Passei Mal Durante o Treino, o que Aconteceu? Isso é comum acontecer. Se você pratica um esporte muito extenuante ou de alta intensidade já deve estar familiarizado com isso. Basicamente existem três fatores que podem causar certo desconforto, são eles:

Queda na Pressão Arterial

Durante o exercício físico as células musculares necessitam de maior quantidade de oxigênio, às vezes o coração não dá conta de bombear sangue suficiente para oxigenar as musculaturas. Em decorrência do exercício, alguns vasos sanguíneos são dilatados em um momento no qual o corpo necessita de mais sangue, a união desses fatores causa a queda na pressão arterial. Esta por sua vez pode ser verificada pelo aumento da freqüência cardíaca, na tentativa de alimentar a pressão arterial.

Vale lembrar também que, durante os exercícios físicos há predileção do sangue para os músculos, muitas vezes privando órgãos nobres, como o cérebro, de sangue; gerando também mal estar.

Enjôo pelo Excesso de Lactato

Isso acontece mais em atividades de maior volume ou que tenha muita massa muscular envolvida. Durante o exercício o músculo produz um ácido que chamamos de lactato, esse ácido é levado para o fígado onde, por processos químicos, volta a ser glicose e pode ser utilizado como fonte de energia. Mas se a produção de ácido for muito alta, acaba sobrecarregando o fígado e modificando o pH sanguíneo momentaneamente, causando enjôo e até vômito. Esse processo é normal e treinável; com os treinos o fígado se adapta e melhora seu condicionamento.

Hipoglicemia

Em maior número dentro das academias, geralmente por má alimentação ou treinos pesados. Ocorre pela baixa de glicose sanguínea ou sobra de insulina. Se você costuma comer doces antes de treinar ou passar várias horas sem comer antes dos exercícios físicos é um forte candidato a ter hipoglicemia. É facilmente notada pela tontura, às vezes dor de cabeça, sono e até escurecimento da visão, sendo das três a mais perigosa. Pode, em casos mais extremos, levar a alucinações, convulsões e até a morte.

De maneira geral, se você se sentiu mal durante o treino fale com seu professor, nada de se trancar no banheiro. Esses são sintomas simples que podem ser facilmente verificados. Mas muitos outros problemas bem mais graves podem ocorrer, portanto, esteja atento ao seu organismo respeitando seus limites.

É importante lembrar que estas são causas de mal estar advindas de exercícios físicos. Porém, existem inúmeras causas outras que podem ser desencadeadas por exercícios em pessoas com patologias prévias: cardíacas, endócrinas, respiratórias, sistema nervoso central e etc. Se os sintomas persistirem um médico deverá ser consultado.

Os médicos indicam uma vista ao seu consultório a cada seis meses, como precaução.

 Por Anderson Luiz da Silva

 

sábado, 19 de outubro de 2013

Mulheres: Stanozolol e Oxandrolona! Combinação Perfeita? 

 

Mulheres: Stanozolol e Oxandrolona! Combinação Perfeita?

Eu sempre fui curiosa e sendo assim sempre busquei me informar sobre assuntos relevantes. E quando este mundo do fisiculturismo passou a fazer parte da minha vida não foi muito diferente, peraí, deixa explicar, não que eu seja uma atleta e muito menos uma viciada em dietas e treino pesado, mas faz parte do meu trabalho estar informada sobre os assuntos que cercam este mundo, devido a isso vários temas foram aguçando minha curiosidade e fazendo com que eu buscasse sempre me informar e mais ainda, que quebrasse alguns falsos paradigmas que nunca existiram, mas que algum desinformado fez questão de publicar, mas se quer explicar.

Como toda mulher eu também admiro corpos perfeitos e tenho como meta transformar o meu corpo. Devido a isso adquiri hábitos de me informar sobre técnicas no treinamento, dietas, pude conhecer várias pessoas bacanas que entendem muito do assunto e também posso contar com as dicas do meu namorado que entende muito do assunto e que sempre me ajuda esclarecendo algumas perguntas bestas, mas quem melhor que ele para me responder? Alias o tema deste texto foi em grande parte esclarecido por ele e também com a ajuda de vários atletas e preparadores físicos.

Acredito que boa parte das mulheres que se preocupam em manter o corpo se inspiram nas musas Juju Salimeni, Sabrina Sato, Eva Andressa, Gracyane Barbosa e várias outras, o que não falta na mídia atual são exemplos de mulheres lindas, com corpos de parar o trânsito, algumas mais sequinhas, outras mais saradas, mas todas servindo diariamente de estímulo para milhares de mulheres.

Beleza, todas lindas, corpos perfeitos, mas a pergunta é: “Como adquirir um corpo tão perfeito?”, ou para quem não tem paciência a pergunta seria, “Como adquirir um corpo tão perfeito em um curto espaço de tempo?”.

Vamos combinar que seguir dieta é algo muito difícil para quem nunca foi regrado na vida e mais difícil ainda é seguir uma dieta com um objetivo específico, seja ele secar, definir, crescer, requer tempo para preparar, determinação para não furar e muita paciência, porque não sei se sou a única, mas cortar refrigerantes, chocolates e várias outras comidas deliciosas me deixa muito mal humorada!

Acredito que devido a isso tudo que citei acima algumas pessoas busquem por meios mais rápidos e eficazes na hora de iniciar um treinamento intenso e ver resultados rápidos. Eis que surgem os ciclos para as corajosas! O porquê do corajosas?

É simples, ou melhor, a explicação é simples, porque o ciclo é bem complexo e requer sim coragem, afinal você estará colocando substâncias desconhecidas dentro do seu corpo e terá que arcar com todas as mudanças que seu corpo apresentará e outra coisa, não pode pensar que só porque está ciclando poderá comer tudo que ver pela frente e achar que não irá engordar. Isso não existe! Se for ciclar atenção redobrada com alimentação, treinos e também suplementação.

Há algum tempo atrás em conversa com um amigo educador físico eu questionei ele sobre um ciclo para resultados rápidos, mas minha maior curiosidade era sobre os efeitos colaterais da combinação dos esteróides Stanozolol e Oxandrolona, de acordo com meu amigo “ciclo show”, associa com uma dieta bacana para secar, treino pesado e resultados em 3 meses! Que mara isso hein? Tudo que uma mulher sempre desejou, apenas 3 meses e pronto, vamos arrasar no verão? NEGATIVO!

Ele me deu uma aula muito bacana sobre isso, mas eu como sou curiosa ao extremo esperei pelo meu salvador da pátria e lá fui eu recorrer ao namorado de novo. Claro que para meu amigo não poderia fazer perguntas idiotas, então guardei as dúvidas para o namoradão, que me falou tudo sobre os efeitos colaterais da combinação, que não são poucas.

Primeiro ele me alertou para o fato de que um ciclo é muito pouco para resultados, claro que se você se dedicar muito você até nota sim uma diferença, mas não pense que vai trincar abdômen, pernas torneadas e já pode parar. Para isso você precisa de pelo menos 3 bons ciclos, ou seja, muitas mudanças no seu corpo em todos os sentidos.

Com certeza alguém questionou quando leu isso: “3 CICLOS?” Sim, 3 bons ciclos para que o resultado comece a ser o que deseja e claro que isso também significa um investimento, pois as substâncias não são baratas, então apelar para ciclos de esteróides é para quem realmente é determinado, quer resultados e não vá se preocupar com o quanto vai gastar!

Como funciona o ciclo?

Primeiramente como disse acima antes de iniciar qualquer ciclo você deve analisar todas as consequências, prós e contras e também sua determinação, pois os resultados não serão milagrosos caso não haja esforço da sua parte.

Ambas as substâncias podem ser encontradas em comprimidos, mas alguns profissionais recomendam que use a combinação Oxandrolona em comprimidos, uma vez que ela não é encontrada injetável e o Stanozolol que também é encontrado em comprimidos, mas que seja injetável, diminuindo um possível problema no fígado.

Diversas são as marcas para ambos e na própria internet você consegue adquirir, mais um alerta, a quantidade de substâncias falsas na internet é bem grande, então os cuidados devem ser redobrados, tendo em mente que você estará colocando algo desconhecido em ser corpo!

Uma dúvida frequente pelas mulheres é a mg a ser consumida da Oxandrolona, caso você consiga uma receita e mande manipular irão te questionar se você deseja de 10 ou 20 mg, o recomendado por alguns profissionais é que a mulher use 40mg por dia, tudo irá depender do profissional que estará te auxiliando neste processo.

No caso do Stanozolol injetável você poderá encontrar produtos de 20 ou 30 ml, lembrando que neste caso trata-se de um produto injetável, então se não tem conhecimento não tente fazer este procedimento sem auxílio para não fazer do seu sonho um pesadelo!

O indicado é que use 1 ml alternando os dias – segunda, quarta e sexta ou terça, quinta e sábado e assim sucessivamente –, em média um ciclo irá durar de 6 a 7 semanas e será necessário um intervalo para iniciar o próximo que será relativo, algumas pessoas optam por intervalos curtos e outras esperam até 6 meses para o próximo, independente do tempo deve-se manter a dieta e os treinos diários.

Uma dica é inserir em sua suplementação um multivitamínico, assim aproveitará melhor os esteroides.

Mas e os efeitos colaterais?

Eu sempre tenho em mente o que um amigo me disse uma vez e sempre dou este exemplo quando alguma amiga me pergunta sobre ciclos: “Carol, você não vai dormir e acordar igual à mulher conga!”, uau que motivante não? Ou seria aliviante? É, eu recebi esta resposta com um certo alívio.

São vários os efeitos colaterais, porém alguns não representam perigo eminente, como o aparecimento de espinhas, modificação na libido e em algumas pessoas dores de cabeça e sonolência. Mas é necessário que fique alerta aos efeitos nocivos, como a mudança na voz, aumento de pelos na face e no corpo, queda de cabelo, inchaço, alterações no ciclo menstrual e aumento do tamanho do clitóris. Apesar de incomum, poderão ocorrer problemas no fígado, então deve notar sinais como urina escura, fadiga, dores abdominais, vômitos e náuseas.

É necessário lembrar de que este texto não tem como objetivo incentivar o consumo de quaisquer substâncias e sim de informar. Aproveito para afirmar que o uso indevido de esteróides anabolizantes podem sim levar a óbito e que o uso deve ser acompanhado por profissionais

 

Por Carolina Machite 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

PRO-ANTIUM Supreme Multifaceted Protein Complex 

 

PRO-ANTIUM Supreme Multifaceted Protein Complex

Você já ouviu falar em complexo de proteína multifacetado? Que diacho é isso? Vamos conhecer a PRO-ANTIUM Supreme Multifaceted Protein Complex da Ronnie Cole Signature Series. É um nome bem estranho para um suplemento alimentar, pelo menos para os brasileiros. Trata-se de um complexo de proteína de liberação graduada. A marca identifica o produto como um substituto de refeição também.

Cada dose de 44 gramas do produto fornece 4,5 gramas de gorduras (somente 1 grama de saturada), 9 gramas de carboidratos (somente 1 grama de açúcar) e 29 gramas de proteínas. A PRO-ANTIUM contém proteína do soro do leite (concentrada, isolada e hidrolisada), caseína micelar, albumina, caseinato de coco, maltodextrina, dentre outros ingredientes.

O ingrediente mais curioso presente no rótulo é migalhas de biscoito. Quando vimos que há migalhas de biscoito na composição já imaginamos um sabor excepcional. Experimentamos o sabor Double Chocolate Cookie, traduzido para Chocolate apenas. Poderia ter sido traduzido para Biscoito de Chocolate, que seria mais condizente com o original.

Ao experimentar o produto, ficamos um pouco decepcionados com o sabor. Não honra as migalhas de biscoito que contém. O sabor é apenas mediano, na nossa opinião. Como gosto é gosto, cada um dê sua própria opinião. De qualquer modo, estará muito longe de ser comparável a qualquer delicioso biscoito recheado de chocolate ao leite.

Vale mencionar que o PRO-ANTIUM não contém aspartame e que a marca sugere a combinação do produto com o MYO-BLITZ, TESTOGEN-XR e RESURRECT-P.M. para obtenção de melhores resultados (leia-se: ganhar mais massa muscular). Não temos opiniao sobre o combo sugerido porque não testamos os outros suplementos da Ronnie Cole Signature Series.
Parece então que ficou respondido que complexo de proteína multifacetado supremo nada mais é do que um produto protéico que contém mais de uma fonte de proteína, e que poderia ser chamado de complexo de proteína. Ainda estamos tentando achar o significado de "multifacetado supremo".
Se você consone suplementos protéicos de absorção gradual em sua dieta, tem mais uma opção de escolha no PRO-ANTIUM, que aparenta ser um produto de excelente qualidade, produzido nos EUA, sob estrito padrão de qualidade, como sustenta a marca.  

Por Redação FISIculturismo  

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

 Amaranto: Conheça este Poderoso Grão 

 

Amaranto: Conheça este Poderoso GrãoO amaranto é conhecido em vários países há muito tempo, porém, aqui no Brasil não faz muito tempo que começamos a escutar falar sobre esse grão altamente nutricional! As pesquisas realizadas com o amaranto começaram por volta de 1996 e a partir daí começou o seu cultivo no Brasil.



O grão é rico em proteína, possui aproximadamente 15% de proteínas com alto teor biológico (aquelas com todos os aminoácidos essenciais que o corpo não produz e por isso temos que ingerir). 

É fonte de cálcio biodisponível (isto é, que tem melhor absorção no organismo), o que não acontece com outros tipos de vegetais.

Além de ser fonte de fibras, zinco, fósforo e outros nutrientes. 

O alto teor de fibras presentes contribui para o bom funcionamento do intestino, além do controle de glicose, colesterol e de dar mais saciedade, o que ajuda no controle de peso.



Não contém glúten, sendo uma excelente opção para os celíacos (pessoas com intolerância ao glúten) ou pessoas com alergia ao glúten. Também é boa opção para vegetarianos, por ser rico em proteína.

Por ser nutritiva e rica em proteínas é excelente escolha para que pratica atividade física! Quase não tem gosto, o que é muito bom, pois a farinha pode ser usada em várias misturas sem comprometer o sabor das preparações.



Atualmente encontra-se para vender em lojas de produtos naturais e em alguns mercados. É comercializado em flocos naturais, semelhante aos flocos da aveia, pode ser consumido com frutas e iogurtes, como ingrediente para preparação de pães, bolos, doces, sopas, vitaminas ou até mesmo no seu shake pré ou pós treino.

Exemplos de receitas com amaranto:
  • Shake Nutritivo com Whey e Amaranto
  • Hambúrguer Caseiro de Patinho
  • Delícia de Iogurte com Frutas Vermelhas e Amaranto

                                                                                                                        Por Dra. Shalimar Diniz 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Açúcar no Shake Pós-Treino 

 

Açúcar no Shake Pós-Treino

Hoje em dia, uma grande parte da população está obesa, e a principal razão é o alto consumo de açúcar, que é facilmente encontrado em fastfoods, refrigerantes, doces, etc.

A razão para que o açúcar cause acúmulo de gordura decorre do fato de ser um carboidrato simples.


Isto quer dizer que ele é digerido facilmente e causa um rápido aumento nos níveis de açúcar no sangue. Após a ingestão desta substância, o nível de açúcar na corrente sanguínea aumenta rapidamente e o nosso corpo não gosta disto. A resposta do organismo para isto é liberar o hormônio insulina, que bombeia açúcar diretamente para o seu músculo e estoca o excesso como gordura.

Existem diferentes tipos de açúcar:
  • MONOSSACARÍDIO: Exemplos: Frutose, Glucose, Dextrose, Ribose e Galactose
  • DISSACARÍDEO: Exemplos: Lactose, Sucrose, Maltose e Trihalose.
  • POLISSACARÍDEO: Exemplos: Amido, Celulose e Glicogênio
O excesso de açúcar causa:
  • Resistência a insulina
  • Função imprópria do sistema endócrino
  • Função imprópria do sistema imunológico
  • Diabetes
  • Hiperatividade, seguido de tontura e falta de energia.
  • Contribui para doenças no coração
  • Obesidade
  • Problemas nos dentes
  • Deficiências em vitaminas e minerais
Benefícios do Açúcar para Fisiculturistas e Aspirantes

Depois de um treino pesado, o seu corpo começa a destruir tecido muscular e gorduras para transformar em energia. Devido ao desgaste do treino, o seu corpo usou todas as reservas de energia. Como você acaba de ler, a ingestão de açúcar força o corpo a bombeá-lo para dentro do músculo e somente o excesso vira gordura, como o seu corpo precisa desesperadamente de qualquer tipo de energia, utilizando açúcar no pós-treino fará com que você interrompa quase que imediatamente a quebra de tecido muscular, preservando massa muscular e colocando o corpo em um estado anabólico e não catabólico. Com pouquíssimas chances de acumular gordura. Somente neste momento é altamente produtivo causar este pico de insulina.


Ingerir uma mistura de açúcar de alto índice glicêmico com proteína tem mostrado ser ainda mais eficiente em causar um pico de insulina. Todos nós sabemos da importância da ingestão da proteína, mas agora você sabe que o açúcar também é, em seu shake pós-treino coloque sempre a mesma quantidade açúcar que proteína, ou mais!

Mas não exagere. Não comece a comer chocolate e pirulitos no pós-treino. Procure as formas mais saudáveis de açúcar como: dextrose, maltodextrina, açúcar mascavo. Estas, além de serem práticas, podem ser facilmente misturadas com pó proteico.

Lembrando que o que faz mal é o excesso, fazendo uso de açúcar no pós-treino dificilmente vai causar algum problema de saúde, como você viu é justamente o contrário.
 

Por Valdemir P. Bodybuilder

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O Uso da Cafeína como Recurso Ergogênico

 

http://cdn-estatico.fisiculturismo.com.br/forum/uploads/a3692cadf24dcc9b28f7458964321db4.jpgA cafeína é um dos recursos ergogênicos mais consumidos no mundo. Os seus consumidores buscam um menor grau de fadiga e melhoria na performance. Embora não apresente valor nutritivo, a cafeína é considerada um ergogênico nutricional por estar presente em vários produtos alimentícios comercializados e consumidos atualmente.

Alguns estudos sugerem, como o de Wollner Materko e Edil Luis Santos (periódico Motricidade de 2011 vol.7 p. 29), que a cafeína a cafeína exerce um efeito ergogênico sobre a força muscular submáxima ao longo de uma sessão de treino de força.

Na teoria têm-se tentado explicar o efeito ergogênico da cafeína durante o exercício físico anaeróbio, relacionando-o ao efeito dessa substância em alguma porção do sistema nervoso central (SNC) e a propagação dos sinais neurais entre o cérebro e a junção neuromuscular e também ao efeito da cafeína sobre o músculo esquelético, facilitando a estimulação-contração do músculo esquelético. Alguns estudos têm indicado aumento da força muscular e maior resistência à instalação do processo de fadiga muscular após a ingestão de cafeína. Acredita-se que possa ocorrer um aumento de ação e liberação de noradrenalina e adrenalina.

Algumas pesquisas têm mostrado os efeitos metabólicos da cafeína, verificando que a substância não só faz aumentar o gasto de energia, como também eleva a termogênese celular, a mobilização de ácidos graxos e a oxidação lipídica. O efeito da cafeína nos lipídeos e metabolismo energético demonstrou ser, na maioria das vezes, mediado pelo sistema nervoso central. Ou seja, a cafeína desde que administrada na dose correta, poderá promover uma melhor eficiência no metabolismo energético e muscular durante a prática esportiva, aumentando a lipólise (quebra de gordura, poupando glicogênio muscular e retardando a fadiga), contribuindo para melhorar a performance.


Os efeitos da cafeína podem variar de pessoa para pessoa. Seu efeito tem sido demonstrado com doses entre 100 – 420mg, ou seja, duas xícaras de café já seriam suficientes para obter algum efeito. Em 150 ml (1 xícara) tem 103mg de cafeína, a de expresso tem 120mg e uma de chá verde tem 30mg. Muitos preferem a suplementação por cápsulas, que facilita a ingestão da quantidade necessária.

É muito importante ressaltar que o uso de cafeína mal administrado poderá causar dependência e sintomas como dores de cabeça, irritabilidade e cansaço, que poderão ser desencadeados pela interrupção do uso da cafeína. Algumas pessoas são sensíveis à cafeína e podem não se sentir bem. Não é indicado seu uso à noite, já que causa agitação e pode prejudicar o sono, que é tão importante em qualquer atividade física.

Portanto, procure um nutricionista para avaliar se é realmente indicado para você e a dose certa de acordo com o seu biotipo e objetivo. Convém lembrar, também, que a cafeína pode agravar certos problemas como gastrites, úlceras, anemia. Em indivíduos com determinadas patologias, como hipertensão, o uso é contra indicado.


Por Dra. Shalimar Diniz

 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Vitamina C: Fundamental para as Pessoas e Atletas

 

VITAMINA C : FUNDAMENTAL PARA AS PESSOAS E ATLETAS

Dentre seus efeitos normais como: combater gripes e resfriados, a vitamina C tem um efeito anti-catabólico
de fundamental importância no controle do hormônio cortisol no organismo, diminuindo o mesmo sem atrapalhar a produção de testosterona, auxiliando na formação da mesma, melhorando a recuperação e o crescimento das células musculares.

Um estudo publicado no Journal of Strenght and Conditioning Research” mostra que a ingestão de 1g de vitamina C por dia pode reduzir a secreção de cortisol, permitindo um crescimento muscular maior, quando comparado a pessoas que tem uma dieta deficiente da mesma. A vitamina C funciona também como um antioxidante (protegendo as células musculares contra os radicais livres) e na formação de colágeno (diminui as chances de lesão muscular).

A vitamina C também auxilia na absorção do ferro. Uma deficiência do mesmo, a quantidade de oxigênio que fica ligado à hemoglobina no sangue diminui e reduz a performance muscular. Vitamina C e Ferro também são benéficos para pessoas que sofrem de anemia, pois um auxilia na retenção do outro.

VITAMINA C E CORTISOL

O hormônio cortisol é liberado, quando uma pessoa entra em estado de stresse ou por elevados esforços físicos (treinos pesados). O cortisol diminue a produção de testosterona natural do corpo quando elevado? Ou liberado?? sua produção.

O cortisol tem um efeito catabólico e diminuindo também as defesas do organismo (sistema imunológico). As testosteronas sintéticas são bastante usadas devido a diminuir a produção do cortisol e ter um efeito anabólico. A vitamina C entra como um elemento anti-catabólico (diminuindo o cortisol), sem atrapalhar a produção de testosterona...

ABSORÇÃO DA VITAMINA C

A vitamina C, não é armazenada pelo organismo, por ser hidrossolúvel (solúvel em água). Por isso sua ingestão tem que ser diária, proporcionais as necessidades de cada indivíduo, variando por diversos fatores. O organismo só absorve 20% da vitamina C consumida, é importante aliar sua ingestão á de alimentos que absorvem melhor a mesma, ex: aveia.

A aveia é um dos alimentos que mais retém a vitamina C, cerca de 80%. Outro exemplo são os complexos bioflavonóide, que em conjunto com a vitamina C, auxiliam na sua absorção.

DOSAGEM RECOMENDADA

Doses mais frequentes irão fornecer uma quantidade contínua de vitamina C, altas dosagens podem causar diarreia e irritar o sistema digestivo. Dividir as doses ajuda a evitar esses problemas.

O corpo processa a vitamina C de forma muito rápida, sendo recomendada tomar duas doses de 500mg ao longo do dia. Para quem treina de forma mais intensa pode ser administrada dosagens de até 3g por dia.

Obs: Alguns remédios podem reduzir o nível de vitamina C no corpo, como: anticoncepcionais, esteroides, álcool, analgésicos e antidepressivos. Com isso terá que aumentar a dose de vitamina C. 

 

 

 

 

 

 

 

 

domingo, 9 de junho de 2013

Drogas nos Esportes: Dos Anabolizantes ao Doping Genético 

 

Desde os tempos mais remotos, o homem busca formas de aprimorar suas capacidades a fim de superar seus limites. O uso de substâncias tidas como capazes de aumentar as aptidões físicas não é algo recente. Sua utilização pela humanidade remonta das civilizações mais antigas, quando se acreditava que as propriedades de algumas ervas ou alimentos tinham o poder de aumentar a força, resistência e agilidade dos guerreiros.

Na China, há mais de 2000 anos A.C., já eram conhecidos os efeitos de uma erva denominada Ma-huang, que tinha como característica o aumento da resistência. Também datam desta época a Ephedra e a Mandrágora. A cola já era usada na África como estimulante e o ópio era muito consumido na Grécia e Ásia da antiguidade. No século XVI, ao colonizarem a América do Sul, os espanhóis observaram o curioso hábito de mascar folhas de coca como um recurso dos nativos para aumentar a capacidade e vigor físicos. Neste ínterim, utilizava-se na Europa bebidas contendo cafeína. A morfina foi isolada no início do século XIX e passou a ser utilizada em cavalos na Inglaterra.

A utilização de recursos como meio de aumentar as habilidades físicas e psíquicas teve uma estreita relação com as guerras e conflitos entre os povos. Para produzir guerreiros capazes de defender seus interesses, cada nação lançava mão do uso de substâncias “milagrosas”. A própria morfina foi utilizada como anestésico durante a guerra civil americana, ainda no século XIX. A invenção da agulha hipodérmica facilitou e popularizou seu uso nos fronts de combate. No século seguinte, os soldados recebiam em seu kits de sobrevivência anfetaminas que os mantinham acordados e em estado de alerta. Mais tarde estas substâncias seriam largamente utilizadas nos esportes, evidenciadas pelo consumo excessivo e ocorrência de óbitos entre alguns atletas, o que deu origem à preocupação quanto ao uso de compostos desta natureza nas competições esportivas.

Os anabolizantes esteróides androgênicos datam de 1935, quando se conseguiu sintetizar testosterona a partir de colesterol em laboratório. A partir dai, a recém-descoberta testosterona sintética foi utilizada em situações terapêuticas na quais havia dificuldade de síntese e retenção protéica. Antes deste feito, a testosterona era obtida através de testículos de animais. Alguns anos após, durante a 2ª guerra mundial, alemães administraram testosterona em seus soldados, cientes dos poderosos benefícios ergogênicos deste composto. O uso destas substâncias se estendeu para o esporte e colocou os atletas do bloco oriental em superior vantagem em relação ao resto do mundo.

A partir da constatação do uso abusivo de substâncias otimizadoras da performance, se fez necessária uma vigilância quanto à utilização destes produtos, não tão somente pela busca da igualdade de condições entre os atletas, mas também pelo número crescente de casos de óbito entre os usuários destes recursos. Nos anos 60, durante os jogos olímpicos no México, o COI – Comitê Olímpico Internacional – divulgava para o mundo o conceito de doping e sua proibição no esporte. Desde então, tem sido travada uma batalha por parte dos comitês para estabelecer, regulamentar e dispor acerca das proibições quanto ao uso de drogas no esporte.

Embora haja uma larga fiscalização por parte das autoridades responsáveis, sempre houve relatos de tentativas de burlar as proibições impostas pelo COI. Muitos atletas, em conjunto com médicos e bioquímicos, conseguiram mascarar o uso e passar ilesos nos testes anti-doping. Estas manobras tem levado o COI a sempre revisar e atualizar não só a lista de substâncias proibidas, bem como o rigor na confecção dos testes. Alguns atletas são chamados aleatoriamente para realizar testes mesmo fora do período de competição (out of competition) para que o uso não se restrinja somente à fase dos jogos.

Através da busca incessante por representantes cada vez mais fortes, velozes e ágeis, surgiu uma inevitável tendência por parte de cada nação em fabricar campeões. A guerra entre muitos países conheceu uma relativa trégua nos campos de combate e foi transferida para os ginásios, arenas e pistas. Especialmente em tempos de expansão nazista, Hitler e sua Alemanha ariana se recusaram a aceitar a vitória de afro-americano Jesse Owens sobre os atletas alemães. Na primeira edição dos Jogos Olímpicos transmitida ao vivo, o mundo assistiu atônito à retirada de Hitler para não ter que premiar um atleta de raça “inferior”.

Hoje, o esporte assumiu vultosa influência no comportamento das pessoas levando a hipervalorização corporal e sobretudo à necessidade de superação de limites. A indústria do esporte movimenta cifras bilionárias ao redor do mundo e cresce a cada dia. Os atletas são considerados heróis nacionais e exemplo a ser seguido. Os EUA investem altas quantias para manter a invencibilidade e hegemonia dos seus atletas de tal sorte que as medalhas olímpicas parecem representar a força de cada nação, medida pela capacidade física de seus esportistas.

Toda essa valorização exacerbada, porém, se desvanece quando um desses representantes é flagrado usando métodos proibidos. Não está em questão se o atleta realmente faz uso ou não: o que realmente está em jogo é a comprovação dessa utilização. Até aquele momento, o “super-homem” é o exemplo máximo de conduta moral, até chegar o fatídico momento do teste positivo. Para muitos atletas significa o fim da uma carreira, da aceitação e carisma perante o público, sobretudo é também a confirmação cruel de que ele era simplesmente humano; que seus poderes eram fruto exclusivo de alguma fórmula mágica.

Apesar das restrições, a procura pelo Graal do rendimento esportivo continua a ser buscada incessantemente. Novas descobertas, novos recursos são criados à passos largos. Atualmente, a pesquisa cientifica avança em relação à manipulação genética como um meio promissor de alterar determinadas características fenotípicas (e até genotípicas!). Embora muitas dessas pesquisas não tenham como objetivo a melhora da performance e sim a terapêutica em patologias especificas, a história se repete. O doping genético, como ficou conhecido, é a mais recente evolução dos antigos métodos de otimização do desempenho atlético.

Todas as funções metabólicas de nosso organismo são mediadas por atividade gênica. Muitos genes são responsáveis por características que favorecem ou limitam a capacidade do individuo. Genes que codificam bloqueadores de miostatina, síntese de GH, IGF-1, endorfinas, eritropoietina, leptina etc. são os mais estudados para este fim. Esta manipulação gênica também é interessante não tão somente do ponto de vista do aumento do desempenho, mas também da recuperação de lesões e traumas comuns à prática esportiva. Muitas vezes incidentes como esses acarretam o fim da carreira de grandes atletas.

A prática da terapia gênica se dá pela ativação ou inativação de determinado gene de células-alvo específicas. A introdução do material genético é feita através da ação de vetores virais (que tem a capacidade de se agregar à estrutura do DNA, modificando sua expressão gênica), lipossomas ou macro moléculas conjugadas ao DNA. Ainda se desconhece que tipo de efeitos decorrentes desta manipulação possam acontecer, por se tratar de uma técnica relativamente recente. A maior preocupação reside no uso de vetores virais para introdução do material genético, justamente por sua capacidade mutagênica. Abaixo, alguns exemplos de terapia gênica considerados como doping genético.

BLOQUEADORES DE MIOSTATINA

O interesse por parte da comunidade científica nesta área de estudo surgiu da observação de uma peculiaridade de uma raça bovina em particular, o Belgian Blue.

Estes animais tinham como característica uma massa muscular exagerada, praticamente o dobro de outras raças, sem uso de nenhuma ração especial ou administração de esteróides anabólicos, cujo uso é comum em rebanhos bovinos.

Os cientistas descobriram que estes animais apresentavam uma mutação em certos genes que codificam proteínas reguladoras do crescimento muscular, sendo uma delas conhecida como miostatina.

Através de terapia gênica em laboratório, foi feita alteração nos genes responsáveis pela produção de miostatina em ratos e foi observado efeito semelhante ao ocorrido no Belgian Blue.

Os inibidores de miostatina imediatamente foram associados à alterações capazes de aumentar o desempenho atlético, por iinduzir crescimento muscular. Algumas empresas de suplementação até se aproveitaram da idéia e lançaram supostos produtos com esta capacidade de inibição da miostatina, porém sem muito sucesso.



Todavia, mesmo conseguindo excelentes efeitos nos experimentos realizados com ratos, os estudos não são conclusivos uma vez que os roedores eram transgênicos, ou seja, suas características foram alteradas ainda em fase embrionária. A manipulação foi responsável tanto por hipertrofia como por hiperplasia, mas durante o crescimento a hiperplasia é comum tanto em ratos quanto humanos. Resta saber se em indivíduos em idade adulta, estes dois fenômenos ocorreriam. Também há a possibilidade, segundo os pesquisadores, de alterações em outros tipos de tecido muscular, como o cardíaco e o liso, o que poderia trazer problemas em relação à atividade de órgãos compostos por estes tipos de músculo, como o coração e trato entérico, respectivamente. Os estudos prosseguem enquanto crescem as expectativas quanto às possibilidades do emprego de inibidores da miostatina tanto no campo terapêutico, quanto no rendimento esportivo.

GH e IGF-1

Em relação ao GH – hormônio do crescimento humano, já se sabe há muito de sua utilização no esporte como recurso ergogênico, inclusive este figura como método proibido na classe de peptídeos e análogos da lista do COI. Entretanto, a terapia gênica do GH produziria de maneira endógena a super-expressão da síntese deste hormônio, que tem como grande mediador dos efeitos relacionados ao crescimento, as somatomedinas insulino-miméticas, ou IGFs, particularmente o IGF-1 (insulin-like growth factor 1), também utilizado como poderoso recurso ergogênico em modalidade que necessitam de força e tamanho musculares. Atualmente, ambos figuram na lista de substâncias proibidas, contudo, sua detecção não é tão fácil como as demais substâncias. Outros peptídeos como os MGFs (mecano growth factors), VEGFs (vascular endhotelial growth factors), PDGFs (plateled derivated growth factors), FGFs (fibroblast growth factors) e HGFs (hepatocyte growth factors) estão na última edição da lista.

Segundo muitos especialistas no assunto, o doping genético será uma realidade nas competições esportivas dentro de pouquíssimo tempo. Neste exato momento, há pessoas trabalhando no estudo destes recursos voltados à performance esportiva, isto é um fato. Obviamente, toda uma discussão acerca de ética quanto à utilização destes métodos deve ser fomentada à medida que se avançam os estudos. Como mencionou Pierre Levy em seu livro “O que é o Virtual”: a humanidade vivenciará reconstruções que as possibilitarão virtualizar o corpo, alterando o metabolismo pelas drogas, regulando as emoções e controlando a reprodução. Ao que tudo indica, esta é uma evolução que está apenas começando.
BONS TREINOS E ATÉ A PRÓXIMA!!!  

Por Madilson Medeiros 

sexta-feira, 17 de maio de 2013


Decaonato de Nandrolona - Deca Durabolin




Nota importante:
Ola amigos,
A intenção desta coluna não é estimular ninguém a utilizar qualquer tipo de substância ilícita, muito pelo contrário, o objetivo é demonstrar os vários efeitos colaterais que elas trazem com seu uso. Tentamos também na coluna associar as informações cientificas disponíveis na literatura com as informações praticas de atletas e/ou praticantes de musculação do mundo underground das academias.


DECAONATO DE NANDROLONA

A pratica de exercícios físicos, em especial a musculação, vêm sendo amplamente realizada por pessoas que buscam uma melhor qualidade de vida.

Porém, a musculação também é utilizada por atletas e pessoas que buscam um melhor rendimento físico ou estético, sendo muitas vezes a uso de drogas para maximizar seus resultados.

Nesse sentido uma das drogas mais utilizadas por freqüentadores de academias é a Nandrolona (Barquilha, 2009).

A nandrolona (também conhecida como deca-durabolin) é um andrógeno sintético, tendo ação anabolizante prolongada de até três semanas (Kutscher et al., 2002), podendo estimular o crescimento e a resistência celular.

Sua estrutura é parecida com a testosterona, porém não possui o carbono da posição 19, daí o nome 19Nor-testosterona, essa pequena mudança é faz com que ela não seja convertida em DHT (dihidrotestosterona) pela enzima 5-alfa-reductase (5AR) como normalmente acontece com a testosterona, conferindo então menores efeitos androgênios se comparado a testosterona.

Essa droga é utilizada na regeneração de diversos tecidos, como o sangüíneo, córneo e outros. Ela é classificada como um andrógeno não aromatizavel decorrente da baixa conversão a estrógeno, minimizando efeitos femininos em grandes doses desse hormônio (Kuhn, 2002; Cunha et al., 2006), e nas mulheres essa droga apresenta menor virilização quando comparada a testosterona, porém ainda assim pode causar tal efeito.

A via de administração da nandrolona é intramuscular ou oral. Ele é encontrado na urina como 19-nortestosterona e seus metabólitos; 19 norandrosterona e 19-noretiocholanolona, que podem ser detectados por um longo período de tempo na urina, sendo geralmente a norandrosterona presente em maior concentração (Guimarães e Alves).

Um dos principais benefícios com a prática de exercícios físicos é a cardioproteção, sendo que o uso da nandrolona parece anular esse efeito positivo decorrente do exercício, o que corrobora com o fato de serem encontradas lesões freqüentemente nos corações de indivíduos que fazem uso de altas doses de anabolizante (Chaves et al, 2007).

Além disso, outros possíveis efeitos colaterais podem ser encontrados com o uso, como acnes, calvície, libido, possível ruptura de tendão decorrente do aumento exorbitante de massa muscular, aumento do colesterol LDL, infarto agudo do miocárdio, morte súbita por hipertrofia ventricular esquerda.

Quando utilizados na puberdade, causam o fechamento das epífises ósseas, acarretando déficit final do crescimento em conseqüência do amadurecimento ósseo precoce, atrofia do tecido testicular, infertilidade, impotência, dificuldade ou dor para urinar e hipertrofia prostática, tumores hepáticos e de próstata.

Na mulher, pode ocorrer a masculinização, evidenciada pelo engrossamento de voz e crescimento de pêlos no corpo no padrão de distribuição masculino; irregularidade menstrual e aumento do clitóris. (Fineschi et al., 2001). Fatores psicológicos também são alterados, como irritabilidade.

A sua utilização fica geralmente entre 200 à 800mg por semana em homens, sendo que sua meia vida é geralmente de 6 dias.

Geralmente essa droga á associada com alguma testosterona de ação média ou longa, como por exemplo a oximetolona (fabricado com o nome comercial de Hemogenin) e a metandrostenolona (conhecida como Dianabol).

Sua dosagem então vai variar do período da forma como estiver usando e sua pré-disposição a ter ou não demasiada retenção hídrica com a mesma.

A Deca-Durabolin é produzida no Brasil pela empresa farmacêutica Organon, em ampolas de um mililitro com a concentração de 25 ou 50 miligramas/ampola.

REFERÊNCIAS
LARSSON, C.E. et al. Terapêutica tópica e sistêmica: pele, ouvido e olho. In: ANDRADE, S.F. Manual de terapêutica veterinária. 2.ed. São Paulo : Roca, 2002. p.116-178.
BARQUILHA, G. Uma analise da incidência de efeitos colaterais em usuários de anabolizante da cidade de Bauru. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, v. 03, p. 146-153, 2009.

CHAVES, E. A.; PEREIRA-JUNIOR, P. P.; FORTUNATO, R. S.; CARVALHO, D. P.; NASCIMENTO, J. H. M.; OLIVEIRA, M. F. Cardioproteção induzida pelo exercício é prejudicada pelo tratamento com o anabolizante decanoato de nandrolona. Brazilian Journal of Biomotricity. v. 1, n. 3, p. 46-55, 2007

CUNHA TS, TANNO A.N, MARCONDES, F.K.; PEREZ, S.E.A., SELISTRE-ARAUJO, H.S. A administração de nandrolona não promove hipertrofia do músculo sóleo em ratos. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia. 2006; 50(3): 532-540.

FINESCHI V, BAROLDI G, MONCIOTTI F, PAGLICCI REATTELLI L, TURILLAZZI E. Anabolic steroid abuse and cardiac sudden death: a pathologic study. Arch Pathol Lab Med. 2001; 125(2): 253-255.

GUIMARÃES WAM, ALVES SCC. Efeitos Crônicos do Treinamento de Forca Associado ao uso do Decanoato de Nandrolona sobre as Reservas de Glicogênio Muscular e Hepatico em Ratos. http://www.unimep.br/phpg/mostraacademica/anais/4mostra/pdfs/255.pdf

KUTSCHER EC, LUND BC, PERRY PJ. Anabolic steroids: a review for the clinician. Sports Med. 2002; 32(5): 285-96.

KUHN, CM. Anabolic steroids. Recent Prog Horm Res. 2002; 57: 411-434.
1. Pharmacokinetic parameters of nandrolone (19-nortestosterone) after intramuscular administration of nandrolone decanoate (Deca-Durabolin) to healthy volunteers;
2. Impact of Nandrolone Decanoate on Gene Expression in Endocrine Systems Related to the Adverse Effects of Anabolic Androgenic Steroids;
3. Anabolic androgenic steroids differentially affect social behaviors in adolescent and adult male Syrian hamsters – Salas-Ramirez KY, Montalto PR, Sisk CL;

Atenção:
Anabolizantes esteróides são medicamentos e somente podem ser adquiridos em farmácias sob prescrição médica.

Por  Gustavo Barquilha Joel

domingo, 3 de março de 2013

Esteróides Orais Mais Usados no Brasil 

 

Anadrol-50 (Oximetolona):

Foi, provavelmente, a massa de todos os tempos favorita para a força e a construção. Em doses de
100-250 mg/d, os ganhos de peso realizados fotram de 8 a 12 kg  em apenas algumas semanas. Usuários revelam uma força inacreditável e recuperação também. Infelizmente, a maioria do ganho de peso foi de retenção de água e para uma extensão muito menor no aumento da contagem de células vermelhas do sangue. Pós-ciclo de retenção de massa magra sugado a menos que um anabólico altocomo nandrolona, ​​Equipoise, Winstrol Depot, ou Primobolan Depot fossem associados com ela, ou na minha experiência com mais sabedoria utilizado em uma Maxima  Fase andrógenica.

Anadrol foi usado geralmente nas últimas semanas pré-competição também. Isto foi feito para aumentar a intensidade do treinamento, melhorar os  o trabalho de recuperação, aumento da vascularização, e induzir uma plenitude distinta com efeito de endurecimento. Quando usado em pré-competição, Anadrol necessário o uso de Nolvadex ou outro antagonista dos receptores de estrogênio.

Anadrol tendia a causar calvície para alguns. Ele também deu a muitos atletas ginecomastia nas faixas de dosagem superiores. Anadrol na verdade não aromatiza, mas produz progesterona como qualidades.

A progesterona é um estrogênio que promove a ginecomastia, bem como a retenção de água grave.

Faslodex (fulvestrant) tem sido o melhor antagonista de estrogênio durante a administração de qualquer anabólico com atividade progestina. Porque, como eu disse antes, o medicamento funciona como regulador de estrogênio e contra receptores da progesterona.Menos receptores menos significa menos atividade.


Anadrol era como um potente andrógeno que ele ligou-se ao sexo determinado tecido andrógeno receptores nas áreas do couro cabeludo e da próstata. Finasteride parecia possuir alguns receptores de bloqueio de sites qualidades e, portanto, foi útil.

Curiosamente, Anadrol não induziu forte ativação de andrógeno receptores androgênicos no tecido muscular. Mas fez o ganho de massa muscular impressionantes. Irônico, mas Anadrol obviamente funcionou.

Infelizmente, Anadrol era muito  tóxico para o fígado tóxico. Methyltestosterone só rivalizava com ele para toxicidade e Halotestin vencia de  longe para a destruição do fígado.
Devido à retenção de água séria durante o uso de Anadrol um diurético faria ser necessário nos últimos 2-3 dias pré-competição. Lembre-se de Anadrol causa supressão de HPTA grave.

Anavar (Oxandrolona):

É na verdade um anabolizante muito potente. Apesar de Anavar ser  um c17-alquilados não parece agravar os problemas de fígado.
Anavar não converte em DHT, nem aromatiza em estrogênio.

Pré-competição, Anavar aumenta significativamente a dureza e ajudando na retenção de massa magra durante períodos de restrição calórica. Durante o uso, alguns ganhos de força foram percebidos, mas o ganho de peso foi lento, mesmo com uma maior ingestão de calorias. No entanto, o de peso foi de massa muscular pura e foi sua maioria, mantida no pós-ciclo, mesmo sem estimulação de HPTA .

Isto foi devido à falta de qualidades e supressão HPTA do Anavar.Valor androgênico baixo. Níveis elevados de ATP significativamente auxiliado no pós-ciclo de retenção de massa magra. E adivinhem? Anavar aumenta a síntese de fosfato de creatina. Eu sei de aptidão de vários concorrentes que associaram 25 mg de Anavar diariamente com 20-30 mg de Novaldex e 80-120 mcg de Clenbuterol  ou efedrina diariamente. Muitas vezes não precisam de drogas da tiróide se um bom plano de dieta foi seguido.

Vários fisiculturistas profissionais comumente usam 40-80 mg / d de Anavar durante as últimas 3 a 4 semanas de preparação para concurso e  para aumentar a dureza e preservar massa magra corporal. Como eu disse, "interessante". Deve parecer aparente que Anavar tem sido utilizada com sucesso  como um substituto para as fases de dose baixas de Anabólicos. A dosagem igualou 0,25 mg por Ib / d.

Houve uma versão mercado negro de Oxandrolona circulantes que permitiu administração tipo injeção. O problema era que nem todos os Anabólicos  são eficazes  quando o fator de desativação do fígado é removido para um significativo grau ... e este foi um.

DIANABOL (Methandrostenolone):

Dianabol tem uma longa história no esporte de todos os tipos. Na maioria dos casos, 50 mg / d de Dianabol causam os mesmos resultados que uma 50-200 mg / d de Anadrol-50 e são um pouco mais fácil para o fígado.

Normalmente, uma dosagem de 5mg/25 Ib de peso corporal diariamente promovida excelente resistência e ganhos de peso de massa para qualquer fisiculturista pesado. Pessoalmente, eu não acreditava que uma dosagem acima desta fosse mais eficaz ou tivesse um risco para efeito de valor. (Se o Dianabol utilizada foi real e dosagem por comprimido / líquido em cápsulas de gel foi preciso).

Dianabol foi excelente em ajudar em um nível plasmático andrógeno mais rápido durante os primeiros dias 7-10 de Fase andrógeno Max. E a maioria relatou uma sensação de sentir "grande" durante o emprego.

Dianabol aromatiza e tem qualidades estimulatórias. Neste caso, a finasterida deixou que para alguns antagonista do receptor valor e era bastante eficaz para a inibição da formação de DHT.

Aromatização foi normalmente tratadas com inibidores tais como Cyclophenil, Arimidex, Proviron, ou Teslac. No entanto, um maior benefício foi obtido com Nolvadex. Isto deveu-se Nolvadex sendo um antagonista de estrogénios. Desde que os antagonistas apenas "bloqueiam " o receptor de estrogênio, o estrogênio circulatório elevado
provocou aumentos de produção de IGF-1. Qual era legal se houvesse um número suficiente de nível de andrógeno, é claro!

No entanto, quando Dianabol foi mergulhado em um ciclo ou utilizados isoladamente por mais de 21 dias, um inibidor da aromatase precisava de ser adicionado pelo menos 7 dias antes da interrupção de todos os Anabólicos. Se não, os níveis pós-ciclo de estrogénio se tornaram um problema.

Deve ser compreendido que Dianabol foi mais potente nos seus efeitos como um oral, não em forma de injeção. Isto deveu-se notável liberação de IGF-1 a partir do fígado durante desintoxicação de sua molécula, o que foi, naturalmente, uma estrutura de c17-alquilados.

Infelizmente, Dianabol também teve efeitos graves como supressores de HPTA.

Desde que Dianabol causa retenção de água elevada, não foi normalmente utilizada como uma droga de pré competição. Para os ciclos de massa com boa retenção de massa magra no pós-ciclo, Dianabol foi vulgarmente associado com anabolizantes como nandrolona,  Equipoise, ou Primobolan Depot. Estas alta
drogas anabolizantes tinha uma afinidade respeitável para o receptor de andrógeno e solidificado Dianabol induzida massa em alta qualidade tecido muscular magro ... quando o protocolo foi adequadamente estruturado.

A vantagem para Dianabol era suas qualidades distintas de supressão de cortisol. Na verdade, 50 - 70% dos efeitos do cortisol foram bloqueados com uma dosagem de 5mg/25 Ib diárias. Cerca de 10 mg diária foi observado na literatura disponível como iguais em actividade, para uma média macho produção de andrógenos endógenos.

Winstrol orais (Stanozolol):

Eu acredito que miligrama por miligrama, Winstrol é sem dúvida o oral mais eficaz. Eu escrevi e disse várias vezes, quando comparado com
Anadrol, Dianabol, ou Anavar, Winstrol chutou a bunda de todos.

Winstrol não é uma droga de "grande" força mas o crescimento de tecido magro muscular supeou as espectativas de longe. Winstrol estimula os receptores androgênicos e ajuda na dureza devido à baixa retenção de água. Obviamente, Winstrol aumenta a síntese de proteína em dois níveis. Primeiro como um esteróide anabólico e segundo como um estimulador oral de IGF-1.

Winstrol não converte em DHT ou aromatiza em estrogênio. No entanto, ele fez causa alguma perda de cabelo. Desde que foi anotado por conectar facilmente ao receptor androgênico do couro cabeludo. Era muito mais suave no fígado do que Dianabol ou Anadrol. E certamente foi mais amigável do que Halotestin para o fígado.

Outra vantagem para Winstrol é a sua semelhança estrutural com a progesterona. Isto significa que foi indicado para se ligar aos receptores de progesterona e ainda inibir efeitos da progesterona. Por este sucesso, foi utilizado como parte de uma associação oral (Quando orais tornaram-se necessários) com Dianabol ou Anadrol. Como um ciclo de massa utilizamos 25-50 mg/d de Winstrol e 5 a 10 mg/50Ib de peso diários de Dianabol ou 100 a 200 mg/d de Anadrol. 50 a 150 mg/d de Anadrol para fases de pré-competição durante as últimas semanas.

Orais ou injetáveis ​​Winstrol vai bem com Anavar por breves períodos seguindo mais protocolos de Anabóllicos e durante reestimulação de HPTA inicial. Winstrol teve pouco efeito em função de HPTA. Portanto, este teve algum benefício real em ajudar no pós-ciclo para massa magra de retenção. Winstrol foi regularmente utilizado com a maioria dos outros Anabolizantes com sinergia.

Winstrol Oral e Winstrol Depot / V na verdade eram idênticos. Orais ficam muito caros em 25 mg/d ou mesmo 50 mg/d. A versão injetável (1/2 m = 25 mg) era muito mais econômica.
  


Por  Helcio Sabatella

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Como Reduzir Gordura Abdominal e Celulite? 

 

O maior desejo de todas as pessoas que praticam exercícios por estética é se livrar da gordura acumulada na barriga e também da celulite que se forma nas partes onde há muita gordura (barriga, coxas, bumbum, etc.).

Porém, perder barriga e celulite são um dos objetivos mais difíceis de alcançar, afinal, exige muita disciplina, treinos intensos e alimentação regrada. Todos esses fatores necessitam de uma orientação profissional, afinal, pessoas que tentam fazer treinos e dietas por si só, raramente alcançam bons resultados, entrando em métodos malucos, incorretos ou da moda, e desanimam ao perceber que o resultado demora em vir, não vem ou pior: vem ao contrário!

Então, trago aqui para os leitores as dicas mais eficazes de como ter bons e rápidos resultados na hora de eliminar gordura abdominal e celulite. Tome nota:

1- Aeróbios
Os exercícios aeróbios são excelentes para agilizar a queima de gordura, seja abdominal ou celulite (esta nada mais é do que nódulos de gordura acumulados junto com água sob a pele), afinal, o gasto calórico é alto durante esse tipo de treino, então, converse com seu professor de inclua um programa de aeróbios focando em queima de gordura;

2- Capriche nos treinos de musculação (ou com pesos)
Os treinos de musculação são os mais eficientes para quem deseja aumentar os músculos, então, seja frequente neles. Quem deseja um corpo mais tonificado, durinho e definido, tem que puxar ferro! Não tenha preguiça, vá de 3-4x/semana no mínimo e sempre aumente suas cargas. Se você mantém a mesma carga por meses, seus músculos ficarão iguais por meses, então, se quer mais músculos, coloque mais carga (claro, sempre aumentando aos poucos para não ganhar lesões). O aumento de massa muscular irá facilitar a queima de gordura, até mesmo em repouso, pois um corpo mais musculoso tem o metabolismo mais acelerado, facilitando o desenho abdominal;

3- Exclua açúcar e farinha branca
Açúcar e farinha branca disparam a produção de insulina, facilitando acúmulo de gordura abdominal e bumbum, então, devem ser excluídos da alimentação. Além de tudo, fermentam e estufam em excesso quando são consumidos, um prato cheio para dilatação de estômago e aumento da barriga. Consumo produtos light/diet e farinha integral no lugar da refinada;

4- Aumente o consumo de proteínas magras
Dietas ricas em proteínas magras aceleram o metabolismo, aumentam a queima de gordura, favorecem a saciedade e evitam fermentação (consumir muitos alimentos que fermentam, auxilia no aumento da barriga);

5- Consuma carboidratos de baixo índice glicêmico
Por demorarem mais para virar glicose sanguínea, carboidratos de baixo índice glicêmico são excelentes para repor sua energia, glicogênio e não causar picos de insulina no sangue (evitando assim acúmulo de gordura). Então consuma mais cereais integrais e frutas com casca;

6- Não fique muito tempo sem comer
Passar mais do que 3 ou 4 horas sem comer, pode aumentar o acúmulo de gorduras no corpo e também deixar seu metabolismo mais lento, então, corte esse hábito fazendo de 5-6 refeições ao longo do dia. Nunca saia sem tomar um bom café da manhã e nunca durma sem ter feito uma refeição leve rica em proteínas e gorduras boas. Outra: quem fica muito tempo sem comer, a tendência é chegar na próxima refeição com muita fome, ingerindo grandes quantidades, o que favorece dilatação do estômago;

7- Aumente o consumo de água
Pouca água favorece o aparecimento de celulite, afinal, as toxinas começam a ser acumuladas no sangue e sob a pele. Então, para ter um bom funcionamento intestinal (intestino preso também aumenta a barriga) e de eliminação de toxinas, beba mais água!
  

 

Por  Dra. Giovana Guido

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Cafeína Pode Reduzir os Sintomas da Síndrome Metabólica 

 

Síndrome Metabólica

A síndrome metabólica ou plurimetabólica, antes chamada de síndrome x, caracteriza-se por um grupo de
sintomas relacionados a doenças cardiovasculares (como enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral), incluindo pressão alta, gordura no sangue, gordura localizada no abdômen, inflamações, problemas vasculares periféricos e diabetes. Ela tem resistência à ação da insulina, o que obriga o pâncreas a produzir mais tal hormônio.

A doença é genética e também advém da civilização moderna, associada à obesidade, como resultado da má alimentação – alto consumo de carboidratos e de gordura – e do sedentarismo.

As manifestações começam na idade adulta e aumentam com o envelhecimento. Todavia, embora acometa mais o sexo masculino, mulheres com ovários policísticos estão sujeitas a desenvolver a doença, mesmo sendo magras.

Cafeína

A cafeína é um composto químico encontrado em determinadas plantas; apresenta-se sob a forma de pó branco ou de pequenas agulhas e tem sabor amargo.

É usada como estimulante devido à sua atuação sobre o sistema nervoso central e sobre o metabolismo, o que aumenta a produção de suco gástrico. Doses terapêuticas de cafeína estimulam o coração, aumentando a sua capacidade de trabalho, acarretando, também, a dilatação dos vasos periféricos.

Uma xícara média de café contém, em média, 100mg (cem miligramas) de cafeína; numa xícara de chá ou num copo de alguns refrigerantes encontram-se 40mg (quarenta miligramas) da substância.

Mas atenção! A ingestão excessiva pode provocar, em algumas pessoas, efeitos negativos como irritabilidade, ansiedade, dor de cabeça e insônia. Os portadores de arritmia cardíaca devem evitar até mesmo dosagens moderadas, ainda que eventuais, da substância. Altas doses de cafeína excitam demasiadamente o sistema nervoso central, inclusive os reflexos medulares, podendo ser letal. Estudos demonstraram que a dose letal para o homem é, em média, de 10g (dez gramas).

Tratamento

Como a obesidade é o fator que costuma precipitar o aparecimento da síndrome metabólíca, o principal e mais eficaz tratamento é uma importante mudança nos hábitos de vida, como dieta adequada e atividade física regular para a perda do peso excessivo; dependendo do caso, o tratamento farmacológico pode ser necessário.

Um grupo que ingeriu suplementos alimentares de cafeína durante 8 (oito) semanas apresentou resultados positivos, reduzindo a gordura corporal, a pressão sanguínea e o índice glicêmico. Os animais que foram alimentados com cafeína tiveram diminuídos problemas cardiovasculares e melhora no metabolismo.

 

 

Por  Leena Fabrini

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